Sobre o tempo que passa: A Salgueiro Maia. Recebido de M. Teresa Bracinha Vieira

24-12-2009
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No céu, a linha última das casasÉ já azul, alada, imensa e leve.Nenhum gesto, nenhum destino é brevePorque em todos estão inquietas asas. Sophia de Mello BreynerE porque blogar é também uma expressão de liberdade interior. E porque deve dormir tranquiloMaiaTambém por tudo quanto nunca floresceu AindaE silêncios ingratos NÃO!25 de Abril de 2005M. Teresa Bracinha Vieira


No céu, a linha última das casasÉ já azul, alada, imensa e leve.Nenhum gesto, nenhum destino é brevePorque em todos estão inquietas asas. Sophia de Mello BreynerE porque blogar é também uma expressão de liberdade interior. E porque deve dormir tranquiloMaiaTambém por tudo quanto nunca floresceu AindaE silêncios ingratos NÃO!25 de Abril de 2005M. Teresa Bracinha Vieira

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