Scut são uma bota que socialistas vão ter que descalçar

06-09-2010
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O deputado do CDS-PP Ribeiro e Castro classificou ontem as auto-estradas sem custos para o utilizador (SCUT) como "uma mentira que os socialistas venderam ao país", "uma bota que calçaram e agora vão ter que descalçar". O deputado centrista falava durante uma visita ao distrito de Castelo Branco que é atravessado pela A23, uma auto-estrada gratuita que pode deixar de o ser.

A auto-estrada da Beira Interior não tem portagens mas o Governo constituiu uma comissão de negociação para alterar o contrato com a concessionária Scutvias, segundo despacho publicado no dia 26 em Diário da República, que prevê a constituição de comissões para outras concessões. "É uma ilusão, uma mentira que venderam ao país: que tinha capacidade financeira para suportar este tipo de política e agora estão confrontados com a incapacidade financeira de a sustentar". "Eles calçaram a bota, têm que a descalçar", acrescentou.

Ribeiro e Castro sublinhou que o CDS "tem uma posição definida". "Defendemos o princípio do utilizador-pagador, com excepções para os residentes", apontando a A23 como exemplo de auto-estrada onde as excepções devem existir.

"A A23 é um bom exemplo de que é preciso distinguir o trânsito que atravessa a região das pessoas que a utilizam diariamente, na actividade quotidiana", destacou. José Ribeiro e Castro criticou ainda o encerramento de escolas, que apontou como "um sinal de desertificação, desistência e conformismo do Governo perante o abandono do interior". O deputado não nega que haja políticas para o interior, mas considera que falta uma orientação.

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"É um sinal de desertificação do interior, com o abandono, desistência e conformismo que o Estado e Governo têm perante o abandono do interior", destacou.

"É indispensável que o Governo olhe para os problemas que existem nas infra-estruturas de saúde e educação, não só do ponto de vista estatístico, mas assumindo as suas responsabilidades".

Na agenda de Ribeiro e Castro estiveram ontem o centro de Saúde e uma empresa do sector da madeira em Oleiros e uma fábrica de enchidos em Cebolais de Cima, Castelo Branco. Lusa

O deputado do CDS-PP Ribeiro e Castro classificou ontem as auto-estradas sem custos para o utilizador (SCUT) como "uma mentira que os socialistas venderam ao país", "uma bota que calçaram e agora vão ter que descalçar". O deputado centrista falava durante uma visita ao distrito de Castelo Branco que é atravessado pela A23, uma auto-estrada gratuita que pode deixar de o ser.

A auto-estrada da Beira Interior não tem portagens mas o Governo constituiu uma comissão de negociação para alterar o contrato com a concessionária Scutvias, segundo despacho publicado no dia 26 em Diário da República, que prevê a constituição de comissões para outras concessões. "É uma ilusão, uma mentira que venderam ao país: que tinha capacidade financeira para suportar este tipo de política e agora estão confrontados com a incapacidade financeira de a sustentar". "Eles calçaram a bota, têm que a descalçar", acrescentou.

Ribeiro e Castro sublinhou que o CDS "tem uma posição definida". "Defendemos o princípio do utilizador-pagador, com excepções para os residentes", apontando a A23 como exemplo de auto-estrada onde as excepções devem existir.

"A A23 é um bom exemplo de que é preciso distinguir o trânsito que atravessa a região das pessoas que a utilizam diariamente, na actividade quotidiana", destacou. José Ribeiro e Castro criticou ainda o encerramento de escolas, que apontou como "um sinal de desertificação, desistência e conformismo do Governo perante o abandono do interior". O deputado não nega que haja políticas para o interior, mas considera que falta uma orientação.

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"É um sinal de desertificação do interior, com o abandono, desistência e conformismo que o Estado e Governo têm perante o abandono do interior", destacou.

"É indispensável que o Governo olhe para os problemas que existem nas infra-estruturas de saúde e educação, não só do ponto de vista estatístico, mas assumindo as suas responsabilidades".

Na agenda de Ribeiro e Castro estiveram ontem o centro de Saúde e uma empresa do sector da madeira em Oleiros e uma fábrica de enchidos em Cebolais de Cima, Castelo Branco. Lusa

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