O líder do CDS/PP, José Ribeiro e Castro, prometeu hoje reinstituir o cargo de ministro do Turismo, que existiu pela primeira vez no último governo de coligação com o PSD, caso o partido regresse ao poder em 2009."Quando voltarmos a ser governo em 2009, o CDS/PP voltará a ter um ministro do Turismo", disse Ribeiro e Castro no encerramento das II Jornadas Abertas sobre Turismo, em Lisboa. Ribeiro e Castro destacou o facto de o cargo de ministro do Turismo ter sido criado pela primeira vez por iniciativa do CDS/PP (então liderado por Paulo Portas), o que, disse, reflecte "a diferente visão" que o partido tem deste sector, estabelecendo o contraste com a situação actual em que, disse, "existe apenas um quase anónimo secretário de Estado, que ninguém sabe quem é".Na intervenção com que encerrou as jornadas promovidas pelo Conselho Económico e Social (CES) do partido, o líder democrata-cristão prometeu "dizer 'não'" ao "conformismo do Governo perante uma economia rastejante" e ao "complexo de periferia".Lembrando que o turismo representa "10 por cento do PIB" nacional e os "poderosos recursos" do País em matéria de turismo, Ribeiro e Castro defendeu um maior "esforço de promoção externa do turismo nacional" e, a propósito da crescente importância dos cruzeiros, sugeriu que o País promova produtos como "a rota de Vasco da Gama, de Magalhães ou do Oriente".Simultaneamente, o líder do CDS/PP deplorou a taxa de IVA que incide sobre o sector e a intenção do Governo de construir um novo aeroporto internacional na Ota."É um 'otentado' contra o qual continuaremos a combater", ironizou.Para o futuro, caso o partido volte a ser Governo em 2009, Ribeiro e Castro deixou cinco compromissos: criar um IVA "competitivo para o sector", promover uma "agilização administrativa" e a "flexibilidade e mobilidade laboral", realizar "investimentos promocionais" e potenciar o "maios envolvimento das empresas e da sociedade civil".Fonte: LUSA
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O líder do CDS/PP, José Ribeiro e Castro, prometeu hoje reinstituir o cargo de ministro do Turismo, que existiu pela primeira vez no último governo de coligação com o PSD, caso o partido regresse ao poder em 2009."Quando voltarmos a ser governo em 2009, o CDS/PP voltará a ter um ministro do Turismo", disse Ribeiro e Castro no encerramento das II Jornadas Abertas sobre Turismo, em Lisboa. Ribeiro e Castro destacou o facto de o cargo de ministro do Turismo ter sido criado pela primeira vez por iniciativa do CDS/PP (então liderado por Paulo Portas), o que, disse, reflecte "a diferente visão" que o partido tem deste sector, estabelecendo o contraste com a situação actual em que, disse, "existe apenas um quase anónimo secretário de Estado, que ninguém sabe quem é".Na intervenção com que encerrou as jornadas promovidas pelo Conselho Económico e Social (CES) do partido, o líder democrata-cristão prometeu "dizer 'não'" ao "conformismo do Governo perante uma economia rastejante" e ao "complexo de periferia".Lembrando que o turismo representa "10 por cento do PIB" nacional e os "poderosos recursos" do País em matéria de turismo, Ribeiro e Castro defendeu um maior "esforço de promoção externa do turismo nacional" e, a propósito da crescente importância dos cruzeiros, sugeriu que o País promova produtos como "a rota de Vasco da Gama, de Magalhães ou do Oriente".Simultaneamente, o líder do CDS/PP deplorou a taxa de IVA que incide sobre o sector e a intenção do Governo de construir um novo aeroporto internacional na Ota."É um 'otentado' contra o qual continuaremos a combater", ironizou.Para o futuro, caso o partido volte a ser Governo em 2009, Ribeiro e Castro deixou cinco compromissos: criar um IVA "competitivo para o sector", promover uma "agilização administrativa" e a "flexibilidade e mobilidade laboral", realizar "investimentos promocionais" e potenciar o "maios envolvimento das empresas e da sociedade civil".Fonte: LUSA