Um dia dia depois, a direcção do PSD respondeu a Alberto João Jardim, que acusou Pedro Passos Coelho de levar o PS "às costas" por causa do apoio ao plano de austeridade. Ontem, o vice-presidente da Comissão Política Nacional Marco António Costa disse que respeita, mas discorda das críticas do líder do PSD/M e presidente do Governo Regional da Madeira. "Respeitamos a opinião de cada um", mas "acima do PSD está Portugal", afirmou.
Na sexta-feira, Jardim também comentou o pedido de desculpas de Pedro Passos Coelho, por dar o acordo a medidas graves para os portugueses, E usou da ironia. O pedido de desculpas aos portugueses fica-lhe bem por aquilo que "está fazendo".
"O que nos conduz é a situação de emergência nacional" que Portugal vive e o acordo visou tomar medidas que retirassem "o país do perigo de uma bancarrota", insistiu Marco António Costa.
Além de Jardim, também criticaram o acordo entre Sócrates e Passos Coelho, para um aumento generalizado de impostos, outros dirigentes como o deputado José Eduardo Martins, que pertenceu à Comissão Política de Manuela Ferreira Leite, e o presidente da Câmara de Faro, Macário Correia. PÚBLICO/Lusa
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Um dia dia depois, a direcção do PSD respondeu a Alberto João Jardim, que acusou Pedro Passos Coelho de levar o PS "às costas" por causa do apoio ao plano de austeridade. Ontem, o vice-presidente da Comissão Política Nacional Marco António Costa disse que respeita, mas discorda das críticas do líder do PSD/M e presidente do Governo Regional da Madeira. "Respeitamos a opinião de cada um", mas "acima do PSD está Portugal", afirmou.
Na sexta-feira, Jardim também comentou o pedido de desculpas de Pedro Passos Coelho, por dar o acordo a medidas graves para os portugueses, E usou da ironia. O pedido de desculpas aos portugueses fica-lhe bem por aquilo que "está fazendo".
"O que nos conduz é a situação de emergência nacional" que Portugal vive e o acordo visou tomar medidas que retirassem "o país do perigo de uma bancarrota", insistiu Marco António Costa.
Além de Jardim, também criticaram o acordo entre Sócrates e Passos Coelho, para um aumento generalizado de impostos, outros dirigentes como o deputado José Eduardo Martins, que pertenceu à Comissão Política de Manuela Ferreira Leite, e o presidente da Câmara de Faro, Macário Correia. PÚBLICO/Lusa