"Ai os nossos retratos! Credo! Você parece um ferocíssimo salteador da Calábria; eu dou ares de um inválido brigadeiro das antigas milícias a expirar de sífilis cancerosa no hospital de Runa."in Estudos da Velha História Portuguesa, edição casadesarmentoDe Francisco Martins Sarmento (1833-1899), já por aqui se falou em Agosto passado, aquando da passagem do 106º aniversário da sua morte. O texto com que se iniciou este postal foi retirado de uma carta que Camilo Castelo Branco (1825-1890) lhe escreveu, no dia 12 de Outubro de 1877. Camilo Castelo Branco, Francisco Martins SarmentoA amizade entre ambos foi coisa duradoura, desde os tempos em que Martins Sarmento se achou poeta, de modesta estirpe, pelos vistos, tendo ele próprio apelidado mais tarde a sua poesia de abominável..., até aqueles em que Martins Sarmento descobriu a paixão pela arqueologia, e se empenhou nas escavações do monte de S. Romão e em revelar os segredos da Citânia de Briteiros. Actividades estas justificadas, segundo Camilo, pelo facto de Martins Sarmento andar à cata de mouras desde que o amor das cristãs lhe desmiolou a cavidade craniana...Internethttp://www.csarmento.uminho.pt/sms_41.asphttp://sarmento.weblog.com.pt/http://www.mundocultural.com.br/index.asp?url=http://www.mundocultural.com.br/literatura1/romantismo/camilo.htmhttp://pwp.netcabo.pt/0511134301/camilo.htm
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"Ai os nossos retratos! Credo! Você parece um ferocíssimo salteador da Calábria; eu dou ares de um inválido brigadeiro das antigas milícias a expirar de sífilis cancerosa no hospital de Runa."in Estudos da Velha História Portuguesa, edição casadesarmentoDe Francisco Martins Sarmento (1833-1899), já por aqui se falou em Agosto passado, aquando da passagem do 106º aniversário da sua morte. O texto com que se iniciou este postal foi retirado de uma carta que Camilo Castelo Branco (1825-1890) lhe escreveu, no dia 12 de Outubro de 1877. Camilo Castelo Branco, Francisco Martins SarmentoA amizade entre ambos foi coisa duradoura, desde os tempos em que Martins Sarmento se achou poeta, de modesta estirpe, pelos vistos, tendo ele próprio apelidado mais tarde a sua poesia de abominável..., até aqueles em que Martins Sarmento descobriu a paixão pela arqueologia, e se empenhou nas escavações do monte de S. Romão e em revelar os segredos da Citânia de Briteiros. Actividades estas justificadas, segundo Camilo, pelo facto de Martins Sarmento andar à cata de mouras desde que o amor das cristãs lhe desmiolou a cavidade craniana...Internethttp://www.csarmento.uminho.pt/sms_41.asphttp://sarmento.weblog.com.pt/http://www.mundocultural.com.br/index.asp?url=http://www.mundocultural.com.br/literatura1/romantismo/camilo.htmhttp://pwp.netcabo.pt/0511134301/camilo.htm