Para isso, entregaram há dias no Parlamento um projecto de deliberação subscrito por 22 deputados, entre os quais se encontram o líder da bancada, Francisco Assis, Marcos Sá, Jorge Seguro Sanches, João Sequeira, Jamila Madeira e Manuel Seabra. O documento propõe que se institua a utilização da água da torneira, devendo o conselho de administração fazer uma campanha de informação e sensibilização interna nesse sentido. Dentro de um ano, deverá proceder à avaliação da iniciativa, incluindo o impacto financeiro e ambiental, discutindo o respectivo relatório em plenário.
“O recurso à água da torneira apresenta vantagens inequívocas ao nível da redução da produção de resíduos e da racionalização do uso de recursos naturais, desígnios maiores da política de ambiente”, lê-se no projecto de deliberação, que realça ainda que “a substituição do consumo de água engarrafada por água da torneira, constitui um exemplo replicável em outros órgãos de soberania e instituições públicas ou sob tutela do Estado, podendo contribuir decisivamente para uma mudança de mentalidades que promova uma maior sustentabilidade ambiental”.
O documento lembra que dos cinco milhões de toneladas de resíduos urbanos anuais produzidos em Portugal, 11 por cento são resíduos plásticos, e só no ano passado, “no âmbito da retoma do Sistema Integrado da Sociedade Ponto Verde, foram contabilizadas 10 485 toneladas de garrafas plásticas”.
Além disso, referem os deputados, o relatório da Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos referente a 2009 sobre o Controlo da Qualidade da Água para Consumo Humano em Portugal, “conclui que mais de 98por cento da água da torneira é controlada e de boa qualidade, e que esta continua a melhorar de forma consistente”.
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Para isso, entregaram há dias no Parlamento um projecto de deliberação subscrito por 22 deputados, entre os quais se encontram o líder da bancada, Francisco Assis, Marcos Sá, Jorge Seguro Sanches, João Sequeira, Jamila Madeira e Manuel Seabra. O documento propõe que se institua a utilização da água da torneira, devendo o conselho de administração fazer uma campanha de informação e sensibilização interna nesse sentido. Dentro de um ano, deverá proceder à avaliação da iniciativa, incluindo o impacto financeiro e ambiental, discutindo o respectivo relatório em plenário.
“O recurso à água da torneira apresenta vantagens inequívocas ao nível da redução da produção de resíduos e da racionalização do uso de recursos naturais, desígnios maiores da política de ambiente”, lê-se no projecto de deliberação, que realça ainda que “a substituição do consumo de água engarrafada por água da torneira, constitui um exemplo replicável em outros órgãos de soberania e instituições públicas ou sob tutela do Estado, podendo contribuir decisivamente para uma mudança de mentalidades que promova uma maior sustentabilidade ambiental”.
O documento lembra que dos cinco milhões de toneladas de resíduos urbanos anuais produzidos em Portugal, 11 por cento são resíduos plásticos, e só no ano passado, “no âmbito da retoma do Sistema Integrado da Sociedade Ponto Verde, foram contabilizadas 10 485 toneladas de garrafas plásticas”.
Além disso, referem os deputados, o relatório da Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos referente a 2009 sobre o Controlo da Qualidade da Água para Consumo Humano em Portugal, “conclui que mais de 98por cento da água da torneira é controlada e de boa qualidade, e que esta continua a melhorar de forma consistente”.