Despertem! Despertem! Ouçam a voz dos nossos antepassados que clamam pelos valores que fizeram Portugal segundo um plano divino. Eles chamam por nós. Que fazemos?
O próximo ano é fundamental para nós. E só temos duas hipóteses: a primeira é avançar com todas as forças, propondo novas ideias, discutindo formas de ultrapassar obstáculos, argumentando com pensamentos diferentes; a segunda é permanecer na inércia, deixar que os acontecimentos passem por nós e nada fazer por aquilo que acreditamos. Acreditem: não há meio termo.
A discussão em torno da futura constituição europeia e a mudança na constituição portuguesa, são as oportunidades únicas por que esperávamos há cem anos. Não podemos desperdiçar esta ocasião singular porque poderemos muito bem não ter outra igual nas próximas gerações. Se houve um adiamento das decisões na última cimeira europeia, temos de o ver como uma nova oportunidade que Deus nos deu para podermos, de uma vez por todas, agir. Devemos aprender com os erros do passado recente, em que tudo se iria decidir rapidamente – até num referendo em que não participaríamos. Agora temos algum tempo para fazermos ver as nossas ideias. Agora não temos nada a perder.
Talvez um dia eu bata com a porta e diga, para quem quiser ouvir, que estou farto da feira de vaidades, da tibieza, da mesquinhez, do amadorismo. Mas se esse dia chegar é porque falhei, é porque a força das minhas convicções é fraca.
Chamo, pois, mais uma vez à atenção para a importância do próximo ano, em que muita coisa vai ser decidida. Quereremos nós deixar morrer o país de D. Afonso Henriques, a pátria de D. João I, a terra do Infante D. Henrique?
Já deixei aqui uma crónica sobre alguns princípios de uma futura constituição e vou começar o ano com um apontamento com uma “proposta radical” que interessa mais aos monárquicos.
Diogo Dantas
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Despertem! Despertem! Ouçam a voz dos nossos antepassados que clamam pelos valores que fizeram Portugal segundo um plano divino. Eles chamam por nós. Que fazemos?
O próximo ano é fundamental para nós. E só temos duas hipóteses: a primeira é avançar com todas as forças, propondo novas ideias, discutindo formas de ultrapassar obstáculos, argumentando com pensamentos diferentes; a segunda é permanecer na inércia, deixar que os acontecimentos passem por nós e nada fazer por aquilo que acreditamos. Acreditem: não há meio termo.
A discussão em torno da futura constituição europeia e a mudança na constituição portuguesa, são as oportunidades únicas por que esperávamos há cem anos. Não podemos desperdiçar esta ocasião singular porque poderemos muito bem não ter outra igual nas próximas gerações. Se houve um adiamento das decisões na última cimeira europeia, temos de o ver como uma nova oportunidade que Deus nos deu para podermos, de uma vez por todas, agir. Devemos aprender com os erros do passado recente, em que tudo se iria decidir rapidamente – até num referendo em que não participaríamos. Agora temos algum tempo para fazermos ver as nossas ideias. Agora não temos nada a perder.
Talvez um dia eu bata com a porta e diga, para quem quiser ouvir, que estou farto da feira de vaidades, da tibieza, da mesquinhez, do amadorismo. Mas se esse dia chegar é porque falhei, é porque a força das minhas convicções é fraca.
Chamo, pois, mais uma vez à atenção para a importância do próximo ano, em que muita coisa vai ser decidida. Quereremos nós deixar morrer o país de D. Afonso Henriques, a pátria de D. João I, a terra do Infante D. Henrique?
Já deixei aqui uma crónica sobre alguns princípios de uma futura constituição e vou começar o ano com um apontamento com uma “proposta radical” que interessa mais aos monárquicos.
Diogo Dantas