O 5 de OutubroFaz-me mal pensar como se pode comemorar o 5 de Outubro de 1910 quando, afinal, o que se celebra é a conspiração maçónica e o movimento da Carbonária, que esteve directamente envolvido no regicídio e na posterior perseguição é a Igreja em geral e aos Católicos em particular, ao bom povo crente que vivia afastado das conspirações de Lisboa, a perseguição e expulsão das Ordens Religiosas, de Frades e de Monjas, encerramento e destruição de Conventos e respectivas obras de arte. Muita gente foi presa, milhares sem acusação e sem julgamento. Um regime que lançou Portugal na 1.ª Guerra Mundial de modo perfeitamente gratuito.A Monarquia constitui a essência da nossa História! A República apenas foi introduzida no nosso país pela violência e pela morte de muitos, sob a influência do Racionalismo surgido no final do século XVIII, com a Revolução Francesa e sobretudo por influência de Auguste Comte, um excêntrico que pretendeu estabelecer a “religião” da humanidade e o culto ao “Grande-Serâ” para superar o catolicismo. Estamos a ver qual o grande movimento que está por detrás de tudo isto.Esclarecedora a leitura da História de Portugal de Joaquim Veríssimo Serrão, especialmente os volumes XI e XII, e da "Nova História de Portugal" de A.H. de Oliveira Marques, um maçon assumido, na qual "confessa" a perseguição de que foi alvo a população portuguesa nesse grande equívoco que foi a I República. Veja-se igualmente a excelente tese de doutoramento, “A Guerra Religiosa na I Republica”, de Maria Lúcia de Brito Moura, Editorial Notícias, Out. 2004. Aí¬, de uma forma bem documentada, se relatam todos os horrores cometidos nessa Época. Por vezes, quando revisitamos a História, sentimos que alguém nos enganou.Delfim Lourenço Mendes, Lisboa.
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O 5 de OutubroFaz-me mal pensar como se pode comemorar o 5 de Outubro de 1910 quando, afinal, o que se celebra é a conspiração maçónica e o movimento da Carbonária, que esteve directamente envolvido no regicídio e na posterior perseguição é a Igreja em geral e aos Católicos em particular, ao bom povo crente que vivia afastado das conspirações de Lisboa, a perseguição e expulsão das Ordens Religiosas, de Frades e de Monjas, encerramento e destruição de Conventos e respectivas obras de arte. Muita gente foi presa, milhares sem acusação e sem julgamento. Um regime que lançou Portugal na 1.ª Guerra Mundial de modo perfeitamente gratuito.A Monarquia constitui a essência da nossa História! A República apenas foi introduzida no nosso país pela violência e pela morte de muitos, sob a influência do Racionalismo surgido no final do século XVIII, com a Revolução Francesa e sobretudo por influência de Auguste Comte, um excêntrico que pretendeu estabelecer a “religião” da humanidade e o culto ao “Grande-Serâ” para superar o catolicismo. Estamos a ver qual o grande movimento que está por detrás de tudo isto.Esclarecedora a leitura da História de Portugal de Joaquim Veríssimo Serrão, especialmente os volumes XI e XII, e da "Nova História de Portugal" de A.H. de Oliveira Marques, um maçon assumido, na qual "confessa" a perseguição de que foi alvo a população portuguesa nesse grande equívoco que foi a I República. Veja-se igualmente a excelente tese de doutoramento, “A Guerra Religiosa na I Republica”, de Maria Lúcia de Brito Moura, Editorial Notícias, Out. 2004. Aí¬, de uma forma bem documentada, se relatam todos os horrores cometidos nessa Época. Por vezes, quando revisitamos a História, sentimos que alguém nos enganou.Delfim Lourenço Mendes, Lisboa.