PUXAPALAVRA: A Azambuja aqui mesmo ao pé de Saragoça!

29-05-2010
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A Azambuja aqui mesmo ao pé de Saragoça!

Soube, à hora do almoço, que os trabalhadores da Opel/Saragoza estão a realizar uma greve (duas horas por turno) de solidariedade com os trabalhadores portugueses da Opel/Azambuja, em luta contra o encerramento da fábrica.

A General Motors tenciona deslocalizar a unidade da Opel da Azambuja, juntando-a à fábrica de Saragoça.(Ver notícia do Diário Digital, aqui).

A resposta dos trabalhadores de Saragoça, opondo-se à manobra e expressando apoio aos trabalhadores portugueses, constitui uma comovedora lição. As fronteiras que não se fecham à circulação atrabiliária dos capitais têm de permanecer abertas à entreajuda dos trabalhadores.

Sabemos que a permanência da Opel na Azambuja depende de muitos outros factores, de entre os quais se destaca a posição negocial do Governo Português. Todavia, a acção dos trabalhadores de Zaragoza, independentemente dos resultados imediatos, traz para a luz do dia, algo que, às vezes, parece permanecer aprisionado nos livros do século passado. Algo que é possível mas raramente se concretiza.

Me llamarán, nos llamarán a todos, tu y tu y yo...

A Azambuja aqui mesmo ao pé de Saragoça!

Soube, à hora do almoço, que os trabalhadores da Opel/Saragoza estão a realizar uma greve (duas horas por turno) de solidariedade com os trabalhadores portugueses da Opel/Azambuja, em luta contra o encerramento da fábrica.

A General Motors tenciona deslocalizar a unidade da Opel da Azambuja, juntando-a à fábrica de Saragoça.(Ver notícia do Diário Digital, aqui).

A resposta dos trabalhadores de Saragoça, opondo-se à manobra e expressando apoio aos trabalhadores portugueses, constitui uma comovedora lição. As fronteiras que não se fecham à circulação atrabiliária dos capitais têm de permanecer abertas à entreajuda dos trabalhadores.

Sabemos que a permanência da Opel na Azambuja depende de muitos outros factores, de entre os quais se destaca a posição negocial do Governo Português. Todavia, a acção dos trabalhadores de Zaragoza, independentemente dos resultados imediatos, traz para a luz do dia, algo que, às vezes, parece permanecer aprisionado nos livros do século passado. Algo que é possível mas raramente se concretiza.

Me llamarán, nos llamarán a todos, tu y tu y yo...

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