PUXAPALAVRA: Ontem foi mesmo o dia de Jaime Ramos

04-08-2010
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Ontem foi mesmo o dia de Jaime Ramos

Em novo local, baptizado de Chão da Lagoa, pelo que a comunicação social informou, coube a Jaime Ramos os ataques aos políticos nacionais, designadamente ao Governo da República com mimos especiais para Teixeira dos Santos, "o pior ministro das Finanças" da Europa, como o designou.

Alberto João Jardim foi mais soft. F alou da solidariedade do Governo Central à população da Madeira pelo 20 de Fevereiro, dizendo porém não esquecer o passado sobre a Lei das Finanças Regionais. As suas baterias foram apontadas numa outra direcção, contra o projecto de reforma constitucional de Pedro Passos Coelho. E Alberto João Jardim tem razão em muito do que diz estar contra. E ou muito me engano ou Passos Coelho vai ter de recuar em pontos chave que Jardim contesta.

Não faz sentido oferecer "meio TGV", como simbolicamente já aqui escrevi, à Madeira e Açores.

Um representante da República repartido entre as duas regiões é uma das anomalias do projecto que para as Regiões Autónomas tem significado especial negativo. É de quem anda a léguas da realidade. Acabe-se com essa figura, que há muito já devia ter sido extinta, como os governadores civis aqui no Continente.

Etiquetas: Alberto João Jardim, Chão da Lagoa, Jaime Ramos

Ontem foi mesmo o dia de Jaime Ramos

Em novo local, baptizado de Chão da Lagoa, pelo que a comunicação social informou, coube a Jaime Ramos os ataques aos políticos nacionais, designadamente ao Governo da República com mimos especiais para Teixeira dos Santos, "o pior ministro das Finanças" da Europa, como o designou.

Alberto João Jardim foi mais soft. F alou da solidariedade do Governo Central à população da Madeira pelo 20 de Fevereiro, dizendo porém não esquecer o passado sobre a Lei das Finanças Regionais. As suas baterias foram apontadas numa outra direcção, contra o projecto de reforma constitucional de Pedro Passos Coelho. E Alberto João Jardim tem razão em muito do que diz estar contra. E ou muito me engano ou Passos Coelho vai ter de recuar em pontos chave que Jardim contesta.

Não faz sentido oferecer "meio TGV", como simbolicamente já aqui escrevi, à Madeira e Açores.

Um representante da República repartido entre as duas regiões é uma das anomalias do projecto que para as Regiões Autónomas tem significado especial negativo. É de quem anda a léguas da realidade. Acabe-se com essa figura, que há muito já devia ter sido extinta, como os governadores civis aqui no Continente.

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