CDS-PP: Concelhia de Lisboa

19-12-2009
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O Chefe do Estado-Maior da Força Aérea (CEMFA), general Taveira Martins, manifestou-se hoje favorável ao projecto do CDS-PP que pretende alargar o tempo mínimo de serviço efectivo dos pilotos aviadores da Força Aérea de oito para 12 anos."O senhor general manifestou-se favorável ao nosso projecto, apenas com algumas salvaguardas", afirmou o deputado do CDS-PP João Rebelo, no final de uma audição do CEMFA na comissão parlamentar de Defesa.O general Taveira Martins escusou-se a prestar declarações no final da reunião, que decorreu à porta fechada.Segundo João Rebelo, uma das salvaguardas do CEMFA foi a de que este aumento não deveria ser aplicado aos pilotos que já pertencem ao quadro da Força Aérea, mas apenas aos que ainda não possuem o seu brevet, alteração para a qual o CDS diz estar disponível."A razão desta proposta tem a ver com a pressão que existe na Força Aérea para captar pilotos para a área civil, onde são mais bem remunerados", explicou João Rebelo, frisando que o Estado investe na formação de um piloto de F-16 mais de 2,5 milhões de euros.Também o PS, pelo deputado Marques Júnior, considerou que o diploma do CDS-PP "corresponde a um problema real"."O Estado gasta uma fortuna na formação destes pilotos, tem de lhe ser garantido um tempo mínimo (...) Vemos com bons olhos uma medida deste tipo", ass egurou o deputado socialista.No entanto, Marques Júnior admite que há aspectos que precisam de ser c oncertados com o Ministério da Defesa, pelo que o projecto do CDS-PP poderá ficar a aguardar por uma proposta do Governo sobre a mesma matéria.Na reunião, o PSD exprimiu igualmente a sua concordância e nem PCP nem Bloco de Esquerda apresentaram objecções de fundo.No seu projecto-lei, o CDS-PP defende que seja "rapidamente alargado" o tempo mínimo de serviço efectivo dos pilotos aviadores de oito para 12 anos, ap ós o ingresso no Quadro Permanente, para evitar que "num futuro próximo se coloq ue em causa a Missão da Força Aérea Portuguesa".Os democratas-cristãos sublinham que para cumprir os seus objectivos "a Força Aérea necessita de 294 pilotos aviadores" e, neste momento, conta com cer ca de duzentos, um número que poderá diminuir "se não se tomarem medidas legisla tivas urgentes"."Uma vez que o Estado, através da Força Aérea, investe muitos milhões d e euros na formação dos pilotos aviadores do seu Quadro Permanente, deverá també m esperar que o tempo mínimo de serviço efectivo seja proporcional ao investimen to que realiza na formação", defende o CDS-PP.Lusa

O Chefe do Estado-Maior da Força Aérea (CEMFA), general Taveira Martins, manifestou-se hoje favorável ao projecto do CDS-PP que pretende alargar o tempo mínimo de serviço efectivo dos pilotos aviadores da Força Aérea de oito para 12 anos."O senhor general manifestou-se favorável ao nosso projecto, apenas com algumas salvaguardas", afirmou o deputado do CDS-PP João Rebelo, no final de uma audição do CEMFA na comissão parlamentar de Defesa.O general Taveira Martins escusou-se a prestar declarações no final da reunião, que decorreu à porta fechada.Segundo João Rebelo, uma das salvaguardas do CEMFA foi a de que este aumento não deveria ser aplicado aos pilotos que já pertencem ao quadro da Força Aérea, mas apenas aos que ainda não possuem o seu brevet, alteração para a qual o CDS diz estar disponível."A razão desta proposta tem a ver com a pressão que existe na Força Aérea para captar pilotos para a área civil, onde são mais bem remunerados", explicou João Rebelo, frisando que o Estado investe na formação de um piloto de F-16 mais de 2,5 milhões de euros.Também o PS, pelo deputado Marques Júnior, considerou que o diploma do CDS-PP "corresponde a um problema real"."O Estado gasta uma fortuna na formação destes pilotos, tem de lhe ser garantido um tempo mínimo (...) Vemos com bons olhos uma medida deste tipo", ass egurou o deputado socialista.No entanto, Marques Júnior admite que há aspectos que precisam de ser c oncertados com o Ministério da Defesa, pelo que o projecto do CDS-PP poderá ficar a aguardar por uma proposta do Governo sobre a mesma matéria.Na reunião, o PSD exprimiu igualmente a sua concordância e nem PCP nem Bloco de Esquerda apresentaram objecções de fundo.No seu projecto-lei, o CDS-PP defende que seja "rapidamente alargado" o tempo mínimo de serviço efectivo dos pilotos aviadores de oito para 12 anos, ap ós o ingresso no Quadro Permanente, para evitar que "num futuro próximo se coloq ue em causa a Missão da Força Aérea Portuguesa".Os democratas-cristãos sublinham que para cumprir os seus objectivos "a Força Aérea necessita de 294 pilotos aviadores" e, neste momento, conta com cer ca de duzentos, um número que poderá diminuir "se não se tomarem medidas legisla tivas urgentes"."Uma vez que o Estado, através da Força Aérea, investe muitos milhões d e euros na formação dos pilotos aviadores do seu Quadro Permanente, deverá també m esperar que o tempo mínimo de serviço efectivo seja proporcional ao investimen to que realiza na formação", defende o CDS-PP.Lusa

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