Cravo de Abril: POEMA

23-05-2011
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CANÇÃO DE LÍDICEIrmão, é a hora,apronta-te agora,passa a outras mãos a invisível bandeira!No morrer, não diferente do que na vida inteira,não irás render-te a estes, companheiro bravo.Estás hoje vencido, e és por isso escravo,mas a guerra só acaba com a última batalha,a guerra não acaba antes da última batalha.Irmão, é a hora,apronta-te agora,passa a outras mãos a invisível bandeira!Violência ou Justiça e a balança vacila,mas, passada a servidão, outro dia cintila.Estás hoje vencido, mas a coragem não te falha.Que a guerra só acaba com a última batalhaque a guerra não acaba antes da última batalhaBrecht


CANÇÃO DE LÍDICEIrmão, é a hora,apronta-te agora,passa a outras mãos a invisível bandeira!No morrer, não diferente do que na vida inteira,não irás render-te a estes, companheiro bravo.Estás hoje vencido, e és por isso escravo,mas a guerra só acaba com a última batalha,a guerra não acaba antes da última batalha.Irmão, é a hora,apronta-te agora,passa a outras mãos a invisível bandeira!Violência ou Justiça e a balança vacila,mas, passada a servidão, outro dia cintila.Estás hoje vencido, mas a coragem não te falha.Que a guerra só acaba com a última batalhaque a guerra não acaba antes da última batalhaBrecht

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