O empresário português Américo Amorim, em parceria com a Visabeira e sócios locais, vai lançar um novo banco comercial em Moçambique liderado pelo antigo presidente executivo do Millennium bim, João Figueiredo, revelaram à agência Lusa pessoas que integram o projecto
A nova instituição financeira tem como principal promotor e accionista maioritário Américo Amorim, que tem já projectos na área financeira em Portugal e em Angola, como um dos maiores accionistas do Banco BIC, e que é também accionista de relevo do espanhol Banco Popular.
Américo Amorim, contactado pela agência Lusa, não quis para já prestar quaisquer esclarecimentos sobre o novo projecto e a sua aposta no mercado moçambicano, depois de Angola.
Neste projecto, o empresário português tem novos parceiros, surgindo a Visabeira como segundo maior accionista.
A empresa de Fernando Nunes está presente há vários anos no mercado moçambicano, com projectos nos sectores das infra-estruturas de telecomunicações e turismo.
O principal sócio moçambicano de Américo Amorim é Salimo Abdula, empresário e presidente da Confederação da Associações Económicas de Moçambique (CTA), o qual, em declarações feitas em Maio, revelava que «nos próximos meses» haveria no país novas instituições bancárias portuguesas.
Para liderar o novo banco, a escolha recaiu em João Figueiredo, antigo presidente executivo do Millennium bim, o maior banco em Moçambique, detido maioritariamente pelo Millennium bcp.
Além de João Figueiredo, que deixou o Millennium bim há já alguns meses após mais de uma década a gerir a instituição, outros altos quadros desta instituição financeira foram recrutados para o novo projecto.
Desde a saída de João Figueiredo, é José João Guilherme, um dos administradores do Millennium bcp em Lisboa, que está à frente da gestão do Millennium bim.
O projecto da constituição do novo banco tem estado a ser trabalhado por um escritório de advogados e terá já sido submetido à apreciação do Banco Central de Moçambique.
A nova instituição financeira, que terá sede em Maputo, vai ser a terceira de capitais portugueses a desenvolve actividade em Moçambique, onde o Millennium bim é líder de mercado e o BCI, da Caixa Geral de Depósitos e do BPI, ocupa também lugar de destaque.
Lusa / SOL
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O empresário português Américo Amorim, em parceria com a Visabeira e sócios locais, vai lançar um novo banco comercial em Moçambique liderado pelo antigo presidente executivo do Millennium bim, João Figueiredo, revelaram à agência Lusa pessoas que integram o projecto
A nova instituição financeira tem como principal promotor e accionista maioritário Américo Amorim, que tem já projectos na área financeira em Portugal e em Angola, como um dos maiores accionistas do Banco BIC, e que é também accionista de relevo do espanhol Banco Popular.
Américo Amorim, contactado pela agência Lusa, não quis para já prestar quaisquer esclarecimentos sobre o novo projecto e a sua aposta no mercado moçambicano, depois de Angola.
Neste projecto, o empresário português tem novos parceiros, surgindo a Visabeira como segundo maior accionista.
A empresa de Fernando Nunes está presente há vários anos no mercado moçambicano, com projectos nos sectores das infra-estruturas de telecomunicações e turismo.
O principal sócio moçambicano de Américo Amorim é Salimo Abdula, empresário e presidente da Confederação da Associações Económicas de Moçambique (CTA), o qual, em declarações feitas em Maio, revelava que «nos próximos meses» haveria no país novas instituições bancárias portuguesas.
Para liderar o novo banco, a escolha recaiu em João Figueiredo, antigo presidente executivo do Millennium bim, o maior banco em Moçambique, detido maioritariamente pelo Millennium bcp.
Além de João Figueiredo, que deixou o Millennium bim há já alguns meses após mais de uma década a gerir a instituição, outros altos quadros desta instituição financeira foram recrutados para o novo projecto.
Desde a saída de João Figueiredo, é José João Guilherme, um dos administradores do Millennium bcp em Lisboa, que está à frente da gestão do Millennium bim.
O projecto da constituição do novo banco tem estado a ser trabalhado por um escritório de advogados e terá já sido submetido à apreciação do Banco Central de Moçambique.
A nova instituição financeira, que terá sede em Maputo, vai ser a terceira de capitais portugueses a desenvolve actividade em Moçambique, onde o Millennium bim é líder de mercado e o BCI, da Caixa Geral de Depósitos e do BPI, ocupa também lugar de destaque.
Lusa / SOL