O primeiro-ministro diz que muitas vezes se sente "sozinho a puxar pelas energias do país", garantindo que não ouviu o discurso de Cavaco.
O Presidente da República disse ontem que o país se encontra "numa situação económica insustentável", bastando "ter presente a evolução de três variáveis: o desequilíbrio das contas externas, a dimensão da dívida externa e o pagamento ao exterior de juros e outros rendimentos".
Confrontado com as declarações de Cavaco Silva, o primeiro-ministro garantiu hoje desconhecê-la, mas referiu, à saída do debate quinzenal, que "nenhum político pode desistir da confiança" e aproveitou para deixar uma palavra de esperança para todos os empresários.
"Vamos tomar medidas para reforçar a confiança. É preciso não desistir e que os políticos não reforcem o negativismo", sublinhou Sócrates.
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O primeiro-ministro diz que muitas vezes se sente "sozinho a puxar pelas energias do país", garantindo que não ouviu o discurso de Cavaco.
O Presidente da República disse ontem que o país se encontra "numa situação económica insustentável", bastando "ter presente a evolução de três variáveis: o desequilíbrio das contas externas, a dimensão da dívida externa e o pagamento ao exterior de juros e outros rendimentos".
Confrontado com as declarações de Cavaco Silva, o primeiro-ministro garantiu hoje desconhecê-la, mas referiu, à saída do debate quinzenal, que "nenhum político pode desistir da confiança" e aproveitou para deixar uma palavra de esperança para todos os empresários.
"Vamos tomar medidas para reforçar a confiança. É preciso não desistir e que os políticos não reforcem o negativismo", sublinhou Sócrates.
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