Gosto da maneira frontal como António Chora vê a política local e muito especialmente a desmistificação que faz do social-fascismo, disfarçado de grande frente defensora dos trabalhadores, como é o caso da CGTP e da sua ala mais ligada ao PCP.Os interesses da maior central sindical, extravasam há muito o campo da luta pelos direitos dos trabalhadores e entram no campo da luta política contra qualquer governo que esteja no poder em Portugal, a não ser que o PCP tomasse o poder e aí a CGTP deixaria de tomar posições e pura e simplesmente tornar-se-ia um elo da corrente que formaria a muralha de aço socialista, pois é sabido que em todos os regimes leninistas do antigo bloco de leste, os sindicatos eram meros acessórios decorativos dos regimes, como acontecia também na Itália fascista, ou no Brasil do estado novo de Getúlio Vargas por exemplo.Os Sindicatos têm de ser independentes dos partidos e não coniventes com qualquer regime político e deveriam ter como tarefa principal a defesa dos trabalhadores do sector público, mas especialmente do privado e agora ainda mais premente a defesa dos desempregados e a procura de soluções para esse problema, vendo as coisas com um sentido patriótico e não com um sentido de classe.O Nacional-Sindicalismo de Rolão Preto apontava nessa vertente corporativista da actuação dos sindicatos, num sentido de Pátria, mas muito mais importante do que isso o Anarco-Sindicalismo, além de lutar titânicamente pela defesa dos trabalhadores, criou escolas e creches e associações culturais de cariz anarquista e socialista libertário, o que tornou a antiga, Confederação Geral do Trabalho, do princípio do século XX a maior e mais bem alicerçada União de Sindicatos, não estando ligada directamente a nenhum partido político, (apesar do PCP ter sido criado pela Komintern em 1921, como secção regional do PC da União Soviética), além de editar e publicar o jornal diário, anarco-sindicalista, "A Batalha".(O jornal A Batalha foi fundado em 23 de Fevereiro de 1919, no mesmo ano da Confederação Geral do Trabalho (CGT) portuguesa de que seria porta-voz. Como jornal diário alcançou a terceira maior tiragem em Portugal.)
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Gosto da maneira frontal como António Chora vê a política local e muito especialmente a desmistificação que faz do social-fascismo, disfarçado de grande frente defensora dos trabalhadores, como é o caso da CGTP e da sua ala mais ligada ao PCP.Os interesses da maior central sindical, extravasam há muito o campo da luta pelos direitos dos trabalhadores e entram no campo da luta política contra qualquer governo que esteja no poder em Portugal, a não ser que o PCP tomasse o poder e aí a CGTP deixaria de tomar posições e pura e simplesmente tornar-se-ia um elo da corrente que formaria a muralha de aço socialista, pois é sabido que em todos os regimes leninistas do antigo bloco de leste, os sindicatos eram meros acessórios decorativos dos regimes, como acontecia também na Itália fascista, ou no Brasil do estado novo de Getúlio Vargas por exemplo.Os Sindicatos têm de ser independentes dos partidos e não coniventes com qualquer regime político e deveriam ter como tarefa principal a defesa dos trabalhadores do sector público, mas especialmente do privado e agora ainda mais premente a defesa dos desempregados e a procura de soluções para esse problema, vendo as coisas com um sentido patriótico e não com um sentido de classe.O Nacional-Sindicalismo de Rolão Preto apontava nessa vertente corporativista da actuação dos sindicatos, num sentido de Pátria, mas muito mais importante do que isso o Anarco-Sindicalismo, além de lutar titânicamente pela defesa dos trabalhadores, criou escolas e creches e associações culturais de cariz anarquista e socialista libertário, o que tornou a antiga, Confederação Geral do Trabalho, do princípio do século XX a maior e mais bem alicerçada União de Sindicatos, não estando ligada directamente a nenhum partido político, (apesar do PCP ter sido criado pela Komintern em 1921, como secção regional do PC da União Soviética), além de editar e publicar o jornal diário, anarco-sindicalista, "A Batalha".(O jornal A Batalha foi fundado em 23 de Fevereiro de 1919, no mesmo ano da Confederação Geral do Trabalho (CGT) portuguesa de que seria porta-voz. Como jornal diário alcançou a terceira maior tiragem em Portugal.)