Alhos Vedros ao Poder !: Rigor, Etc e tal e horas extraordinárias

29-05-2010
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Do Margem Sul:«Tribunal de Contas extingue processo contra Câmara do BarreiroPagamento voluntário deu por concluído processo que já durava há sete anos. Caso envolve ex-presidente comunista, Pedro Canário, e os vereadores José Henriques e Carla Marina. (...)A auditoria constatou a autorização, pagamento e percepção indevida de remuneração relativa a horas e trabalho extraordinário, prestado em dias de descanso semanal complementar e feriados, e horas extraordinárias para além do limite estabelecido por lei.»Esta notícia é muito interessante por diversas razões:Porque tudo isto decorria há 7 anos sem que quase ninguém soubesse.Porque os envolvidos só foram correr a pagar as multas quando viram que a coisa ia acabar em Tribunal.Porque mexe com uma das áreas sensíveis do funcionamento e finanças das autarquias locais, que é o do pagamento de horas extraordinárias, algo que em muitas paragens obedece a critérios muito selectivos.Seria, aliás, por demais interessante saber quem foram os beneficiários de tais horas e, já agora, tentar perceber se a Câmara moiteira resistiria a uma inspecção deste tipo feita ao «cumprimento da legalidade dos procedimentos administrativos e dos registros contabilísticos, bem como (...) à análise das contas e demonstrações financeiras», como aconteceu no caso da CMB, de acordo com anotícia em causa.


Do Margem Sul:«Tribunal de Contas extingue processo contra Câmara do BarreiroPagamento voluntário deu por concluído processo que já durava há sete anos. Caso envolve ex-presidente comunista, Pedro Canário, e os vereadores José Henriques e Carla Marina. (...)A auditoria constatou a autorização, pagamento e percepção indevida de remuneração relativa a horas e trabalho extraordinário, prestado em dias de descanso semanal complementar e feriados, e horas extraordinárias para além do limite estabelecido por lei.»Esta notícia é muito interessante por diversas razões:Porque tudo isto decorria há 7 anos sem que quase ninguém soubesse.Porque os envolvidos só foram correr a pagar as multas quando viram que a coisa ia acabar em Tribunal.Porque mexe com uma das áreas sensíveis do funcionamento e finanças das autarquias locais, que é o do pagamento de horas extraordinárias, algo que em muitas paragens obedece a critérios muito selectivos.Seria, aliás, por demais interessante saber quem foram os beneficiários de tais horas e, já agora, tentar perceber se a Câmara moiteira resistiria a uma inspecção deste tipo feita ao «cumprimento da legalidade dos procedimentos administrativos e dos registros contabilísticos, bem como (...) à análise das contas e demonstrações financeiras», como aconteceu no caso da CMB, de acordo com anotícia em causa.

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