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Francisco Assis, líder parlamentar do PS manifestou, este sábado, o seu «repúdio pelo acto infame» de que diz ter sido alvo a deputada socialista Inês Medeiros ao ser envolvida em notícias sobre alegados financiamentos da PT à campanha de Sócrates, escreve a Lusa.
«Quero manifestar a minha absoluta solidariedade com Inês Medeiros [vice-presidente do Grupo Parlamentar do PS] e repudiar o acto infame praticado por um jornal e que visou pôr em causa a sua integridade moral», declarou à Lusa Francisco Assis.
Suspeitas de que PT financiou campanha do PS são de «enorme gravidade», diz PSD
Para o presidente do Grupo Parlamentar do PS, a tentativa de envolver Inês Medeiros em alegados esquemas de financiamento da PT à última campanha eleitoral legislativa «constitui a demonstração de uma enorme falta de dignidade ética e profissional por parte de quem a pratica».
«Este tipo de comportamentos nada concorre para a existência de um espaço onde livre e seriamente possam concorrer várias posições e um debate de ideias saudável do ponto de vista democrático. Os jornais e os jornalistas têm também especiais responsabilidades públicas», advertiu.
«Obscenidade total»
Também a deputada socialista Inês de Medeiros já reagiu às notícias e classificou o seu envolvimento nas notícias como uma «obscenidade total», lamentando as «insinuações» relativas a um patrocínio para um evento cultural.
«O chamado apoio foi um patrocínio que, de facto, pedi à PT para o festival "Mostra-me - o Outro lado do Cinema" que nasceu de um protocolo entre a EGEAC (empresa que gere os equipamentos e eventos culturais em Lisboa) e o Instituto de Cinema Audiovisual para promoverem o cinema português», disse à Lusa Inês de Medeiros.
A deputada socialista explicou que foi contratada para ser curadora e resolveu fazer um festival temático, recorrendo a várias empresas para ajudar a financiar o evento.
«Como se sabe, há pouco dinheiro para fazer iniciativas e fui procurar patrocínios. Obtive da MEO (PT), Zon Lusomundo, da REN, da FNAC e outros. Os contractos nem fui eu que os assinei, foi a EGEAC», esclareceu.
Considerando que as consequências deste tipo de notícias são «terríveis» para um sector que já tem dificuldades em arranjar patrocínios, a deputada lamentou não ter sido contactada pelo jornal.
«Mesmo desconhecendo os outros casos, se todos os que ali estão expostos são tratados com o mesmo rigor, vai a minha total solidariedade para aquelas pessoas», rematou.
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Francisco Assis, líder parlamentar do PS manifestou, este sábado, o seu «repúdio pelo acto infame» de que diz ter sido alvo a deputada socialista Inês Medeiros ao ser envolvida em notícias sobre alegados financiamentos da PT à campanha de Sócrates, escreve a Lusa.
«Quero manifestar a minha absoluta solidariedade com Inês Medeiros [vice-presidente do Grupo Parlamentar do PS] e repudiar o acto infame praticado por um jornal e que visou pôr em causa a sua integridade moral», declarou à Lusa Francisco Assis.
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Para o presidente do Grupo Parlamentar do PS, a tentativa de envolver Inês Medeiros em alegados esquemas de financiamento da PT à última campanha eleitoral legislativa «constitui a demonstração de uma enorme falta de dignidade ética e profissional por parte de quem a pratica».
«Este tipo de comportamentos nada concorre para a existência de um espaço onde livre e seriamente possam concorrer várias posições e um debate de ideias saudável do ponto de vista democrático. Os jornais e os jornalistas têm também especiais responsabilidades públicas», advertiu.
«Obscenidade total»
Também a deputada socialista Inês de Medeiros já reagiu às notícias e classificou o seu envolvimento nas notícias como uma «obscenidade total», lamentando as «insinuações» relativas a um patrocínio para um evento cultural.
«O chamado apoio foi um patrocínio que, de facto, pedi à PT para o festival "Mostra-me - o Outro lado do Cinema" que nasceu de um protocolo entre a EGEAC (empresa que gere os equipamentos e eventos culturais em Lisboa) e o Instituto de Cinema Audiovisual para promoverem o cinema português», disse à Lusa Inês de Medeiros.
A deputada socialista explicou que foi contratada para ser curadora e resolveu fazer um festival temático, recorrendo a várias empresas para ajudar a financiar o evento.
«Como se sabe, há pouco dinheiro para fazer iniciativas e fui procurar patrocínios. Obtive da MEO (PT), Zon Lusomundo, da REN, da FNAC e outros. Os contractos nem fui eu que os assinei, foi a EGEAC», esclareceu.
Considerando que as consequências deste tipo de notícias são «terríveis» para um sector que já tem dificuldades em arranjar patrocínios, a deputada lamentou não ter sido contactada pelo jornal.
«Mesmo desconhecendo os outros casos, se todos os que ali estão expostos são tratados com o mesmo rigor, vai a minha total solidariedade para aquelas pessoas», rematou.