A deputada do PS Inês de Medeiros manifestou-se hoje satisfeita por ter sido resolvida a polémica à volta do pagamento das suas viagens a Paris, sublinhando que sempre deixou claro que residia em França.
Em declarações aos jornalistas no Parlamento, a deputada disse não conhecer ainda o parecer jurídico nem o do presidente da Assembleia da República que determinam o pagamento das viagens que efectua semanalmente a Paris, apesar de ter sido eleita pelo círculo de Lisboa.
"A minha satisfação é isto estar resolvido e acabar com esta campanha de enxovalhos, de humilhações e de informação pouco rigorosa. Houve muitas coisas que foram ditas e publicadas que eram falsas", afirmou Inês de Medeiros.
Uma das falsidades que, segundo a deputada, foram publicadas é que, no seu dossiê de candidatura, teria indicado Lisboa como residência oficial.
"Isso é pura e simplesmente falso, o dossiê de candidatura é claro, a residência que lá está é França, não há qualquer possibilidade de traficar dossiês de candidatura", garantiu.
Para Inês de Medeiros, ficou claro com a decisão hoje tomada que se trata de "uma questão administrativa". "Os deputados não pedem tratamentos especiais, não podem, isto não é um emprego, é um mandato, tudo é regido por lei, não é por vontade própria", sublinhou.
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A deputada do PS Inês de Medeiros manifestou-se hoje satisfeita por ter sido resolvida a polémica à volta do pagamento das suas viagens a Paris, sublinhando que sempre deixou claro que residia em França.
Em declarações aos jornalistas no Parlamento, a deputada disse não conhecer ainda o parecer jurídico nem o do presidente da Assembleia da República que determinam o pagamento das viagens que efectua semanalmente a Paris, apesar de ter sido eleita pelo círculo de Lisboa.
"A minha satisfação é isto estar resolvido e acabar com esta campanha de enxovalhos, de humilhações e de informação pouco rigorosa. Houve muitas coisas que foram ditas e publicadas que eram falsas", afirmou Inês de Medeiros.
Uma das falsidades que, segundo a deputada, foram publicadas é que, no seu dossiê de candidatura, teria indicado Lisboa como residência oficial.
"Isso é pura e simplesmente falso, o dossiê de candidatura é claro, a residência que lá está é França, não há qualquer possibilidade de traficar dossiês de candidatura", garantiu.
Para Inês de Medeiros, ficou claro com a decisão hoje tomada que se trata de "uma questão administrativa". "Os deputados não pedem tratamentos especiais, não podem, isto não é um emprego, é um mandato, tudo é regido por lei, não é por vontade própria", sublinhou.