Os Verdes em Lisboa: Frente Ribeirinha de Lisboa não deve ter habitação

19-12-2009
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Durante um seminário sobre ‘Sustentabilidade das Frentes Ribeirinhas’, que decorreu na estação marítima Rocha Conde d'Óbidos, o presidente do Centro de Estudos e Desenvolvimento Regional e Urbano, do Instituto Superior Técnico (IST), defendeu ontem que a Frente Ribeirinha de Lisboa não deve ter habitação e que a função portuária é essencial para a sustentabilidade da cidade.“Habitação é tudo o que não se deve fazer na frente ribeirinha. Não há melhor localização para correr riscos em caso de desastres naturais”, afirmou, apontando como exemplo as novas urbanizações de Alcântara.“As decisões a este nível devem ser tomadas em função do ambiente, da parte económica e da social, mas ter que se ter em conta a contemporaneidade e o risco. É preciso arriscar e não ir atrás de modas”, afirmou.Lembrou ainda os cuidados a ter nas opções que se fizerem para a Frente Ribeirinha de Lisboa, sublinhando que “há posições irreversíveis”.[Aparentemente nada se terá analisado sobre a preservação da fruição das vistas da paisagem e do Rio].Ver http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=114389


Durante um seminário sobre ‘Sustentabilidade das Frentes Ribeirinhas’, que decorreu na estação marítima Rocha Conde d'Óbidos, o presidente do Centro de Estudos e Desenvolvimento Regional e Urbano, do Instituto Superior Técnico (IST), defendeu ontem que a Frente Ribeirinha de Lisboa não deve ter habitação e que a função portuária é essencial para a sustentabilidade da cidade.“Habitação é tudo o que não se deve fazer na frente ribeirinha. Não há melhor localização para correr riscos em caso de desastres naturais”, afirmou, apontando como exemplo as novas urbanizações de Alcântara.“As decisões a este nível devem ser tomadas em função do ambiente, da parte económica e da social, mas ter que se ter em conta a contemporaneidade e o risco. É preciso arriscar e não ir atrás de modas”, afirmou.Lembrou ainda os cuidados a ter nas opções que se fizerem para a Frente Ribeirinha de Lisboa, sublinhando que “há posições irreversíveis”.[Aparentemente nada se terá analisado sobre a preservação da fruição das vistas da paisagem e do Rio].Ver http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=114389

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