O secretário geral do PCP, Jerónimo de Sousa, disse aos jornalistas que a manifestação, pela sua dimensão, “denuncia a chantagem ideológica” que os trabalhadores sofrem no sentido de os impedir a manifestar os seus direitos.
“É com a luta de massas e dos trabalhadores que se pode travar a iniciativa do Governo”, disse Jerónimo de Sousa.
O líder do PCP defendeu como alternativa às medidas de austeridade do Executivo a necessidade de maior justiça fiscal.
“As medidas do PEC caem sempre sobre os mesmos: os trabalhadores e os pequenos empresários, mas não afectam em nada os grande grupos económicos”, disse, defendendo que os sacrifícios têm que ser repartidos.
Considerou ainda que o crescimento económico só será conseguido com uma “forte aposta no sector produtivo, como forma de criar riqueza”.
Jerónimo de Sousa estava acompanhado pelo candidato do partido à presidência da República Francisco Lopes, que foi cumprimentado por vários manifestantes como se fosse já Presidente da República.
O líder do BE, Francisco Loução, e a deputada Mariana Aiveca juntaram-se ao desfile na rua de São Bento.
Francisco Louçã disse aos jornalistas que hoje o Governo vais, provavelmente, decidir aumentar os impostos e baixar os salários, continuando a “prejudicar os trabalhadores”.
“Por isso os trabalhadores portugueses têm razão para protestar contra as medidas de austeridade em defesa do emprego”, disse Loução lembrando as ações de luta que estão a decorrer noutros países europeus, nomeadamente, a greve geral em Espanha.
A jornada de luta na Europa foi convocada pela Confederação Europeia de Sindicatos (CES) em protesto contra as medidas de austeridade aprovadas pelos Estados-membros, sendo esperados hoje cerca de 100 mil manifestantes em Bruxelas vindos de toda a União Europeia.
O protesto acontece no mesmo dia em que Bruxelas propôs a maior reforma das regras da União Económica que inclui sanções para impedir desequilíbrios orçamentais e crises da dívida pública como a verificada na Grécia.
Categorias
Entidades
O secretário geral do PCP, Jerónimo de Sousa, disse aos jornalistas que a manifestação, pela sua dimensão, “denuncia a chantagem ideológica” que os trabalhadores sofrem no sentido de os impedir a manifestar os seus direitos.
“É com a luta de massas e dos trabalhadores que se pode travar a iniciativa do Governo”, disse Jerónimo de Sousa.
O líder do PCP defendeu como alternativa às medidas de austeridade do Executivo a necessidade de maior justiça fiscal.
“As medidas do PEC caem sempre sobre os mesmos: os trabalhadores e os pequenos empresários, mas não afectam em nada os grande grupos económicos”, disse, defendendo que os sacrifícios têm que ser repartidos.
Considerou ainda que o crescimento económico só será conseguido com uma “forte aposta no sector produtivo, como forma de criar riqueza”.
Jerónimo de Sousa estava acompanhado pelo candidato do partido à presidência da República Francisco Lopes, que foi cumprimentado por vários manifestantes como se fosse já Presidente da República.
O líder do BE, Francisco Loução, e a deputada Mariana Aiveca juntaram-se ao desfile na rua de São Bento.
Francisco Louçã disse aos jornalistas que hoje o Governo vais, provavelmente, decidir aumentar os impostos e baixar os salários, continuando a “prejudicar os trabalhadores”.
“Por isso os trabalhadores portugueses têm razão para protestar contra as medidas de austeridade em defesa do emprego”, disse Loução lembrando as ações de luta que estão a decorrer noutros países europeus, nomeadamente, a greve geral em Espanha.
A jornada de luta na Europa foi convocada pela Confederação Europeia de Sindicatos (CES) em protesto contra as medidas de austeridade aprovadas pelos Estados-membros, sendo esperados hoje cerca de 100 mil manifestantes em Bruxelas vindos de toda a União Europeia.
O protesto acontece no mesmo dia em que Bruxelas propôs a maior reforma das regras da União Económica que inclui sanções para impedir desequilíbrios orçamentais e crises da dívida pública como a verificada na Grécia.