O Anglo Irish Bank precisou num comunicado que sofreu uma perda líquida de 8200 milhões de euros, nos primeiros seis meses do ano, o que é a mais elevada perda semestral alguma vez sofrida por um grupo irlandês, face a uma perda de 3800 milhões de euros nos primeiros seis meses de 2009.
Esta perda recorde vem a público num momento em que as dificuldades do sector bancário irlandês obrigam o Estado a grandes despesas para recapitalizar os bancos, aumentando a pressão sobre as finanças públicas do país, que já estavam em bastante mau estado.
Na semana passada, a agência de notação financeira Standard & Poor’s reavivou as inquietações sobre a Irlanda, ao baixar de AA para AA- a nota atribuída ao risco associado à dívida do país.
A colossal perda do Anglo Irish Bank deve-se a uma menos-valia de 3500 milhões de euros, devido à cessão pelo banco de parte dos créditos tóxicos acumulados durante a crise ao NAMA, o banco criado por Dublin para livrar os principais grupos bancários da Irlanda dos seus activos de maior risco.
Além disso, o banco registou um abate de 4800 milhões de euros nas suas contas devido também ao afundamento do valor da sua carteira de crédito.
O Anglo Irish recordou também que na semana passada o Governo, tal como previsto, injectou 8580 milhões de euros no banco, o que eleva a 22.880 milhões de euros a soma que recebeu para se recapitalizar desde o início da crise do crédito, em 2007.
O Banco já tinha colocado no seu balanço uma perda de 12.700 milhões de euros no exercício terminado em Dezembro do ano passado, o que já constituía um montante recorde na história das empresas irlandesas. Esta perda também está já associada ao afundamento do valor da sua carteira de créditos.
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O Anglo Irish Bank precisou num comunicado que sofreu uma perda líquida de 8200 milhões de euros, nos primeiros seis meses do ano, o que é a mais elevada perda semestral alguma vez sofrida por um grupo irlandês, face a uma perda de 3800 milhões de euros nos primeiros seis meses de 2009.
Esta perda recorde vem a público num momento em que as dificuldades do sector bancário irlandês obrigam o Estado a grandes despesas para recapitalizar os bancos, aumentando a pressão sobre as finanças públicas do país, que já estavam em bastante mau estado.
Na semana passada, a agência de notação financeira Standard & Poor’s reavivou as inquietações sobre a Irlanda, ao baixar de AA para AA- a nota atribuída ao risco associado à dívida do país.
A colossal perda do Anglo Irish Bank deve-se a uma menos-valia de 3500 milhões de euros, devido à cessão pelo banco de parte dos créditos tóxicos acumulados durante a crise ao NAMA, o banco criado por Dublin para livrar os principais grupos bancários da Irlanda dos seus activos de maior risco.
Além disso, o banco registou um abate de 4800 milhões de euros nas suas contas devido também ao afundamento do valor da sua carteira de crédito.
O Anglo Irish recordou também que na semana passada o Governo, tal como previsto, injectou 8580 milhões de euros no banco, o que eleva a 22.880 milhões de euros a soma que recebeu para se recapitalizar desde o início da crise do crédito, em 2007.
O Banco já tinha colocado no seu balanço uma perda de 12.700 milhões de euros no exercício terminado em Dezembro do ano passado, o que já constituía um montante recorde na história das empresas irlandesas. Esta perda também está já associada ao afundamento do valor da sua carteira de créditos.