Taxa de desemprego cai pelo segundo mês consecutivo em Portugal

09-10-2010
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A taxa de desemprego em Portugal recuou ligeiramente em Agosto, para 10,7 por cento - em Julho era de 10,8 - e estabilizou na zona euro e na União Europeia (UE), segundo dados corrigidos dos efeitos de sazonalidade. Esta é a segunda descida mensal consecutiva do desemprego português registada pelo Eurostat.

O desemprego nacional foi o quinto mais elevado entre os 16 países da zona euro (taxa média de 10,1 por cento) e o nono da UE (9,6 por cento). Estas taxas apontam para a existência de 15,9 milhões de desempregados na zona euro e 23 milhões na União Europeia.

O desemprego continuou a subir em Espanha, para 20,5 por cento (20,3 em Julho), seguida da Lituânia (19,5), Estónia (18,6) e Letónia (18,2). Na Irlanda atingiu os 13,9 por cento e na Grécia os 12,2.

Em Portugal, as taxas de desemprego de Agosto terão descido tanto entre os jovens abaixo dos 25 anos (de 20,5 por cento em Julho para 20,3) como entre as mulheres (de 11,9 em Julho para 11,8).

Numa reacção aos números do Eurostat, o secretário de Estado do Emprego e Formação Profissional, Valter Lemos, disse que se trata de previsões e afirmou estar a aguardar a confirmação, ou não, pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).

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"Registamos as previsões do Eurostat e aguardamos depois a confirmação, ou não, pelos dados do trimestre que o INE há-de divulgar", disse à Lusa Valter Lemos.

O secretário-geral da CGTP, Carvalho da Silva, desvalorizou o recuo de 0,1 por cento na taxa de desemprego estimada pelo Eurostat para Agosto, referindo que se trata de "números conjunturais". "As questões estruturais estão a resultar das medidas que são adoptadas e, como se viu, após a apresentação das novas medidas de austeridade, vieram logo economistas dizer: cuidado que isto vai provocar recessão", disse Carvalho da Silva.

O Instituto Nacional de Estatística calcula o desemprego apenas trimestralmente e com um método ligeiramente diferente do do Eurostat. O valor para o segundo trimestre (o último conhecido) ficou em 10,6 por cento - um máximo histórico. Paulo Miguel Madeira

A taxa de desemprego em Portugal recuou ligeiramente em Agosto, para 10,7 por cento - em Julho era de 10,8 - e estabilizou na zona euro e na União Europeia (UE), segundo dados corrigidos dos efeitos de sazonalidade. Esta é a segunda descida mensal consecutiva do desemprego português registada pelo Eurostat.

O desemprego nacional foi o quinto mais elevado entre os 16 países da zona euro (taxa média de 10,1 por cento) e o nono da UE (9,6 por cento). Estas taxas apontam para a existência de 15,9 milhões de desempregados na zona euro e 23 milhões na União Europeia.

O desemprego continuou a subir em Espanha, para 20,5 por cento (20,3 em Julho), seguida da Lituânia (19,5), Estónia (18,6) e Letónia (18,2). Na Irlanda atingiu os 13,9 por cento e na Grécia os 12,2.

Em Portugal, as taxas de desemprego de Agosto terão descido tanto entre os jovens abaixo dos 25 anos (de 20,5 por cento em Julho para 20,3) como entre as mulheres (de 11,9 em Julho para 11,8).

Numa reacção aos números do Eurostat, o secretário de Estado do Emprego e Formação Profissional, Valter Lemos, disse que se trata de previsões e afirmou estar a aguardar a confirmação, ou não, pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).

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"Registamos as previsões do Eurostat e aguardamos depois a confirmação, ou não, pelos dados do trimestre que o INE há-de divulgar", disse à Lusa Valter Lemos.

O secretário-geral da CGTP, Carvalho da Silva, desvalorizou o recuo de 0,1 por cento na taxa de desemprego estimada pelo Eurostat para Agosto, referindo que se trata de "números conjunturais". "As questões estruturais estão a resultar das medidas que são adoptadas e, como se viu, após a apresentação das novas medidas de austeridade, vieram logo economistas dizer: cuidado que isto vai provocar recessão", disse Carvalho da Silva.

O Instituto Nacional de Estatística calcula o desemprego apenas trimestralmente e com um método ligeiramente diferente do do Eurostat. O valor para o segundo trimestre (o último conhecido) ficou em 10,6 por cento - um máximo histórico. Paulo Miguel Madeira

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