PSP alerta pais para regras no transporte de crianças no regresso às aulas

15-09-2010
marcar artigo

A PSP pretende “alertar os pais das crianças para a importância da correcta utilização das cadeirinhas e sistemas de retenção durante o transporte” em viaturas, explicou à Lusa a subcomissária Teresa Pinto, coordenadora do programa Escola Segura em Lisboa.

“Muitas vezes, os pais descuram o transporte dos seus filhos” e, devido à pressa ou por qualquer outro motivo, “deixam as crianças sair das viaturas de forma incorrecta ou esquecem-se dos cintos de segurança”, alertou a oficial de polícia.

A acção de sensibilização da PSP decorreu junto ao Jardim Escola de São João de Deus, na zona Estrela, em Lisboa, e os agentes entregaram aos pais e encarregados de educação dois panfletos com as regras de segurança e o livro para crianças “O Rato e o Leão”.

A subcomissária Teresa Pinto salientou que os encarregados de educação e alunos têm de “adoptar comportamentos de segurança e de autoprotecção”, como os “cintos de segurança, a travessia nas passadeiras e a correcta utilização das cadeirinhas”.

Maria João Alves tem dois filhos na escola e agradeceu “os livros e as indicações”, porque “mesmo que as pessoas saibam, muitas vezes esquecem-se de alguma coisa”, pelo que o “trabalho da polícia é importante”.

Já Rui Silva, longe dos agentes, desvalorizou a acção policial afirmando que “os pais sabem o que é melhor para os filhos, não precisam da polícia para nada”. A polícia devia “facilitar o trânsito para ser mais rápido, em vez de chatear quem está atrasado para o trabalho”, comentou.

Um outro pai, que preferiu não ser identificado, insurgiu-se contra os agentes: “o que a polícia pretende é passar multas e facturar à nossa conta”.

Orlando Azevedo, pai de quatro filhos, defendeu que campanhas de sensibilização como a realizada hoje são “absolutamente úteis, e sendo dirigidas às crianças estabelecem regras básicas para saber estar em sociedade”. “Os pais estão mais cuidadosos no transporte das crianças”, disse Orlando Azevedo, defendendo que o “transporte das crianças está muito diferente, para melhor, em relação ao que se passava há alguns anos”.

A PSP pretende “alertar os pais das crianças para a importância da correcta utilização das cadeirinhas e sistemas de retenção durante o transporte” em viaturas, explicou à Lusa a subcomissária Teresa Pinto, coordenadora do programa Escola Segura em Lisboa.

“Muitas vezes, os pais descuram o transporte dos seus filhos” e, devido à pressa ou por qualquer outro motivo, “deixam as crianças sair das viaturas de forma incorrecta ou esquecem-se dos cintos de segurança”, alertou a oficial de polícia.

A acção de sensibilização da PSP decorreu junto ao Jardim Escola de São João de Deus, na zona Estrela, em Lisboa, e os agentes entregaram aos pais e encarregados de educação dois panfletos com as regras de segurança e o livro para crianças “O Rato e o Leão”.

A subcomissária Teresa Pinto salientou que os encarregados de educação e alunos têm de “adoptar comportamentos de segurança e de autoprotecção”, como os “cintos de segurança, a travessia nas passadeiras e a correcta utilização das cadeirinhas”.

Maria João Alves tem dois filhos na escola e agradeceu “os livros e as indicações”, porque “mesmo que as pessoas saibam, muitas vezes esquecem-se de alguma coisa”, pelo que o “trabalho da polícia é importante”.

Já Rui Silva, longe dos agentes, desvalorizou a acção policial afirmando que “os pais sabem o que é melhor para os filhos, não precisam da polícia para nada”. A polícia devia “facilitar o trânsito para ser mais rápido, em vez de chatear quem está atrasado para o trabalho”, comentou.

Um outro pai, que preferiu não ser identificado, insurgiu-se contra os agentes: “o que a polícia pretende é passar multas e facturar à nossa conta”.

Orlando Azevedo, pai de quatro filhos, defendeu que campanhas de sensibilização como a realizada hoje são “absolutamente úteis, e sendo dirigidas às crianças estabelecem regras básicas para saber estar em sociedade”. “Os pais estão mais cuidadosos no transporte das crianças”, disse Orlando Azevedo, defendendo que o “transporte das crianças está muito diferente, para melhor, em relação ao que se passava há alguns anos”.

marcar artigo