A banca destacou-se num dia marcado pela síntese orçamental de 2010 e a notícia de que Espanha prepara novos apoios ao sector.
O índice de referência nacional, o PSI 20, avançou hoje 1,04% para 7.765,42 pontos, com apenas quatro cotadas a fechar em terreno negativo, num dia em que as ‘yields' das obrigações do Tesouro português a 10 anos registaram uma descida acentuada.
Na Europa, as principais praças fecharam sem tendência definida, num dia marcado pelos resultados do Morgan Stanley, que saíram abaixo das previsões, e pela notícia de que Zapatero pretende injectar mais dinheiro nas ‘cajas' de aforro espanholas.
Na reacção, a banca europeia fechou hoje com ganhos em torno de 0,2%, com os bancos espanhóis a liderar os ganhos. A acompanhar a tendência esteve também a banca nacional, no dia em que o Governo divulgou a Síntese de Execução Orçamental de Dezembro.
"A notícia hoje de que o Governo espanhol autorizou uma injecção de 30 mil milhões de euros nas 'cajas' espanholas explica o facto de o BES estar mais forte [do que os outros bancos] já que tem uma maior exposição aquele mercado", explicou Luís Ribeiro, trader do Banif, à Reuters.
O BES avançou 3,5% para 2,87 euros, enquanto o BCP valorizou 3,21% para 0,61 euros, Já o BPI garantiu ganhos de 2,22%. BPI e BCP já estão assim a somar ganhos anuais superiores a 3%.
A impulsionar o índice estiveram ainda as acções da Portugal Telecom, que valorizou 1,6%, no dia em que o Diário Económico escreve que a compra dos 23% da Oi deverá ser efectivada a partir da próxima segunda-feira, depois de cerca de meio ano de negociações.
Destaque ainda para as acções da EDP e da Renováveis, que apreciaram 1,58% e 1,25%, respectivamente.
Com sinal negativo fecharam apenas quatro cotadas: Jerónimo Martins, Galp, Portucel, Semapa.
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A banca destacou-se num dia marcado pela síntese orçamental de 2010 e a notícia de que Espanha prepara novos apoios ao sector.
O índice de referência nacional, o PSI 20, avançou hoje 1,04% para 7.765,42 pontos, com apenas quatro cotadas a fechar em terreno negativo, num dia em que as ‘yields' das obrigações do Tesouro português a 10 anos registaram uma descida acentuada.
Na Europa, as principais praças fecharam sem tendência definida, num dia marcado pelos resultados do Morgan Stanley, que saíram abaixo das previsões, e pela notícia de que Zapatero pretende injectar mais dinheiro nas ‘cajas' de aforro espanholas.
Na reacção, a banca europeia fechou hoje com ganhos em torno de 0,2%, com os bancos espanhóis a liderar os ganhos. A acompanhar a tendência esteve também a banca nacional, no dia em que o Governo divulgou a Síntese de Execução Orçamental de Dezembro.
"A notícia hoje de que o Governo espanhol autorizou uma injecção de 30 mil milhões de euros nas 'cajas' espanholas explica o facto de o BES estar mais forte [do que os outros bancos] já que tem uma maior exposição aquele mercado", explicou Luís Ribeiro, trader do Banif, à Reuters.
O BES avançou 3,5% para 2,87 euros, enquanto o BCP valorizou 3,21% para 0,61 euros, Já o BPI garantiu ganhos de 2,22%. BPI e BCP já estão assim a somar ganhos anuais superiores a 3%.
A impulsionar o índice estiveram ainda as acções da Portugal Telecom, que valorizou 1,6%, no dia em que o Diário Económico escreve que a compra dos 23% da Oi deverá ser efectivada a partir da próxima segunda-feira, depois de cerca de meio ano de negociações.
Destaque ainda para as acções da EDP e da Renováveis, que apreciaram 1,58% e 1,25%, respectivamente.
Com sinal negativo fecharam apenas quatro cotadas: Jerónimo Martins, Galp, Portucel, Semapa.