MAIS ACTUAL: Nem de propósito

23-05-2011
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Estava a ler um post do Verbo Jurídico quando dei de caras com o frente-a-frente, na SIC Notícias, entre Luís Fazenda e um cidadão cujo nome, infelizmente, deconheço por completo (culpa minha, com certeza), sobre a necessidade de escutas a políticos terem de ser autorizada por tribunais superiores. Luís Fazenda, um dos pilares do Bloco de Esquerda, ainda tentou iludir a questão, afirmando que a decisão de determinar escutas deve ser ponderada, e ainda muito mais ponderada no caso de se tratarem de governantes e de titulares de órgãos de soberania.Adelino Faria, em forma, questionou os seus interlocutores, e muito bem, sobre se tal alteração legislativa não implicaria uma desconfiança em relação aos Juízes de Instrução Criminal. O cidadão, cujo nome continuo a desconhecer (repito, por culpa minha), invocou o segredo de Estado para proteger as conversas entre miinistros, blá, blá, blá.

Estava a ler um post do Verbo Jurídico quando dei de caras com o frente-a-frente, na SIC Notícias, entre Luís Fazenda e um cidadão cujo nome, infelizmente, deconheço por completo (culpa minha, com certeza), sobre a necessidade de escutas a políticos terem de ser autorizada por tribunais superiores. Luís Fazenda, um dos pilares do Bloco de Esquerda, ainda tentou iludir a questão, afirmando que a decisão de determinar escutas deve ser ponderada, e ainda muito mais ponderada no caso de se tratarem de governantes e de titulares de órgãos de soberania.Adelino Faria, em forma, questionou os seus interlocutores, e muito bem, sobre se tal alteração legislativa não implicaria uma desconfiança em relação aos Juízes de Instrução Criminal. O cidadão, cujo nome continuo a desconhecer (repito, por culpa minha), invocou o segredo de Estado para proteger as conversas entre miinistros, blá, blá, blá.

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