No fim do arco-íris...de um jeito bom de conto de encantar, um tesouro, ali mesmo, a achar. Enquanto for íris e arco, sinfonia de cores, paleta de harmonias... vida a saborear num torpor embalado e verde fresco de trevo irlandês... mergulho e vertigem, embriaguez.Existem cores, mil e mais mil mais, incontáveis explosões mortais a viver, como se amanhã fosse hoje e hoje os dias todos que estão a chegar... como chuva de primavera e luares em noites até hoje inexistentes... outras órbitas, ventos, desertos e marés.Arqueado amor irisado, matizado de tactos e olfactos, sentidos todos permitidos, sem proibidos sentidos percorridos, sentindo, sentindo... e sexta-feira será um dia qualquer, quando for ou puder ser... e eu para sempre berbere algures entre um anil e um amanhecer.Breve sentido de apenas sentir que amar é assim, urgente e preciso, só por nós caminho calcorreado.
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No fim do arco-íris...de um jeito bom de conto de encantar, um tesouro, ali mesmo, a achar. Enquanto for íris e arco, sinfonia de cores, paleta de harmonias... vida a saborear num torpor embalado e verde fresco de trevo irlandês... mergulho e vertigem, embriaguez.Existem cores, mil e mais mil mais, incontáveis explosões mortais a viver, como se amanhã fosse hoje e hoje os dias todos que estão a chegar... como chuva de primavera e luares em noites até hoje inexistentes... outras órbitas, ventos, desertos e marés.Arqueado amor irisado, matizado de tactos e olfactos, sentidos todos permitidos, sem proibidos sentidos percorridos, sentindo, sentindo... e sexta-feira será um dia qualquer, quando for ou puder ser... e eu para sempre berbere algures entre um anil e um amanhecer.Breve sentido de apenas sentir que amar é assim, urgente e preciso, só por nós caminho calcorreado.