O secretário de Estado da Energia e Inovação, Carlos Zorrinho, foi um dos convidados das primeiras sessões do evento, desenvolvido em parceria com a Masdar, companhia criada nos Emirados Árabes Unidos para investir nas energias limpas.
“Portugal é uma referência, nomeadamente para países mais desenvolvidos em termos económicos, que querem fazer uma aposta nas renováveis”, congratulou-se o governante e antigo coordenador do Plano Tecnológico. Dinamarca e Espanha foram os outros países estrangeiros convidados a apresentarem as suas experiências e participarem num painel.
Segundo Carlos Zorrinho, o painel funcionou quase como um frente a frente, em que o moderador confrontava o ministro da Energia e da Mudança Climática britânico, Chris Huhne, e representantes da indústria e depois perguntava como tinham os outros governos encontrado soluções para os problemas que existem no Reino Unido.
O governante português saudou a vontade da coligação entre conservadores e liberais democratas que está no poder britânico em apostar nas energias renováveis. “Essa é uma das marcas deste novo ciclo governativo”, vincou.
Carlos Zorrinho acredita que a Europa está a viver um “momento crítico” na área da energia e que existe um confronto entre os países que, em tempos de crise, não dão prioridade à energia e ao clima.
“Pelo contrário, outros países, com Portugal na linha da frente, consideram que, pelo contrário, é em tempos de crise que a Europa tem de afirmar um modelo de desenvolvimento diferente e, de alguma maneira, fazer deste modelo uma referência à escala global”, enfatizou.
O fórum conta, segundo a organização, com mais de quatro mil visitantes de vários países e prolonga -se até quinta-feira.
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O secretário de Estado da Energia e Inovação, Carlos Zorrinho, foi um dos convidados das primeiras sessões do evento, desenvolvido em parceria com a Masdar, companhia criada nos Emirados Árabes Unidos para investir nas energias limpas.
“Portugal é uma referência, nomeadamente para países mais desenvolvidos em termos económicos, que querem fazer uma aposta nas renováveis”, congratulou-se o governante e antigo coordenador do Plano Tecnológico. Dinamarca e Espanha foram os outros países estrangeiros convidados a apresentarem as suas experiências e participarem num painel.
Segundo Carlos Zorrinho, o painel funcionou quase como um frente a frente, em que o moderador confrontava o ministro da Energia e da Mudança Climática britânico, Chris Huhne, e representantes da indústria e depois perguntava como tinham os outros governos encontrado soluções para os problemas que existem no Reino Unido.
O governante português saudou a vontade da coligação entre conservadores e liberais democratas que está no poder britânico em apostar nas energias renováveis. “Essa é uma das marcas deste novo ciclo governativo”, vincou.
Carlos Zorrinho acredita que a Europa está a viver um “momento crítico” na área da energia e que existe um confronto entre os países que, em tempos de crise, não dão prioridade à energia e ao clima.
“Pelo contrário, outros países, com Portugal na linha da frente, consideram que, pelo contrário, é em tempos de crise que a Europa tem de afirmar um modelo de desenvolvimento diferente e, de alguma maneira, fazer deste modelo uma referência à escala global”, enfatizou.
O fórum conta, segundo a organização, com mais de quatro mil visitantes de vários países e prolonga -se até quinta-feira.