Na sua entrevista de ontem, ao Jornal das 9 da SIC Notícias, Paulo Rangel demarcou-se da estratégia da bancada parlamentar do PSD que, rompendo os seus compromissos eleitorais com os movimentos de professores, deu a mão a Sócrates e inviabilizou a suspensão do modelo de avaliação em sede parlamentar, sem qualquer contrapartida substantiva, o que viria a redundar na manutenção quase intacta do modelo de avaliação de Maria de Lurdes Rodrigues.
Fica-lhe bem a denúncia do erro estratégico cometido por Aguiar-Branco e Pedro Duarte, além de que esta postura credibiliza-o junto de muitos professores.
Relativamente ao conteúdo da entrevista, centrada nas ideias mobilizadoras LIBERTAR O FUTURO e Partido da Sociedade, assim como na imprescindível ruptura na Educação (enfatizando o rigor, a exigência e a avaliação externa) e na Justiça, o mesmo confirmou a minha convicção pessoal: Paulo Rangel é o político melhor preparado (basta ver a incomodidade que vai causando nas hostes socialistas e não só) para derrotar eleitoralmente o PS de Sócrates, dada a sua assertividade pessoal e a clareza e acutilância do seu discurso.
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Na sua entrevista de ontem, ao Jornal das 9 da SIC Notícias, Paulo Rangel demarcou-se da estratégia da bancada parlamentar do PSD que, rompendo os seus compromissos eleitorais com os movimentos de professores, deu a mão a Sócrates e inviabilizou a suspensão do modelo de avaliação em sede parlamentar, sem qualquer contrapartida substantiva, o que viria a redundar na manutenção quase intacta do modelo de avaliação de Maria de Lurdes Rodrigues.
Fica-lhe bem a denúncia do erro estratégico cometido por Aguiar-Branco e Pedro Duarte, além de que esta postura credibiliza-o junto de muitos professores.
Relativamente ao conteúdo da entrevista, centrada nas ideias mobilizadoras LIBERTAR O FUTURO e Partido da Sociedade, assim como na imprescindível ruptura na Educação (enfatizando o rigor, a exigência e a avaliação externa) e na Justiça, o mesmo confirmou a minha convicção pessoal: Paulo Rangel é o político melhor preparado (basta ver a incomodidade que vai causando nas hostes socialistas e não só) para derrotar eleitoralmente o PS de Sócrates, dada a sua assertividade pessoal e a clareza e acutilância do seu discurso.