Turismo de Portugal com corte de verbas

18-01-2011
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Além das Entidades Regionais de Turismo (ERT), o próprio Turismo de Portugal vai ter um corte no orçamento, revelou ontem o secretário de Estado do Turismo. Ouvido no Parlamento, Bernardo Trindade avançou que a redução de verbas nos pólos turísticos espalhados pelo país vai ter consequências nos planos de actividades, admitindo que "vai ser preciso dar prioridade" a algumas iniciativas, nomeadamente as de promoção, interna e externa.

Até aqui, o secretário de Estado tinha garantido que o corte orçamental imposto pelas Finanças às ERT "não põe nenhuma estrutura em causa, nem nenhuma das actividades planeadas". Ontem, na Comissão de Assuntos Económicos, o governante admitiu que vai ser preciso fazer "um escalonamento" das iniciativas, de modo a salvaguardar as mais relevantes para a dinamização do turismo nacional.

Essa selecção de actividades prioritárias vai ser feita já na próxima segunda-feira, numa reunião agendada com os representantes dos 11 pólos turísticos e que contará também com a presença do presidente do Turismo de Portugal, Luís Patrão.

Este último organismo público também foi ontem referido por Bernardo Trindade, que avançou que também haverá uma redução de verbas no Turismo de Portugal. Questionado pelo PÚBLICO, o secretário de Estado não respondeu qual vai ser o nível de corte neste caso.

Para as ERT, a contenção orçamental já foi definida, pelo menos, em relação a 2010, já que estas entidades não chegaram a receber 20 por cento da verba atribuída para o ano passado. Isto, apesar de a associação que as representa assegurar que as despesas já estavam executadas, havendo compromissos assumidos com fornecedores, por exemplo.

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A solução passará pela acumulação do corte de 2010 no orçamento deste ano, que, de acordo com a mesma associação, também vai sofrer uma redução "entre 20 e 30 por cento", o que significa que o corte total em 2011 "poderá chegar aos 50 por cento". Uma situação que leva as ERT a acusar o Governo de ameaçar o funcionamento de alguns pólos e a promoção do país, bem como os salários dos trabalhadores.

Ontem, no Parlamento, o secretário de Estado do Turismo justificou a imposição de contenção orçamental com "a necessidade de esforço para cumprir o défice de 7,3 por cento" em 2010. E diz que as reduções pedidas às ERT se enquadram num "trabalho de racionalização de todas as entidades que dependem do Orçamento do Estado", o que também é o caso do Turismo de Portugal.

Além das Entidades Regionais de Turismo (ERT), o próprio Turismo de Portugal vai ter um corte no orçamento, revelou ontem o secretário de Estado do Turismo. Ouvido no Parlamento, Bernardo Trindade avançou que a redução de verbas nos pólos turísticos espalhados pelo país vai ter consequências nos planos de actividades, admitindo que "vai ser preciso dar prioridade" a algumas iniciativas, nomeadamente as de promoção, interna e externa.

Até aqui, o secretário de Estado tinha garantido que o corte orçamental imposto pelas Finanças às ERT "não põe nenhuma estrutura em causa, nem nenhuma das actividades planeadas". Ontem, na Comissão de Assuntos Económicos, o governante admitiu que vai ser preciso fazer "um escalonamento" das iniciativas, de modo a salvaguardar as mais relevantes para a dinamização do turismo nacional.

Essa selecção de actividades prioritárias vai ser feita já na próxima segunda-feira, numa reunião agendada com os representantes dos 11 pólos turísticos e que contará também com a presença do presidente do Turismo de Portugal, Luís Patrão.

Este último organismo público também foi ontem referido por Bernardo Trindade, que avançou que também haverá uma redução de verbas no Turismo de Portugal. Questionado pelo PÚBLICO, o secretário de Estado não respondeu qual vai ser o nível de corte neste caso.

Para as ERT, a contenção orçamental já foi definida, pelo menos, em relação a 2010, já que estas entidades não chegaram a receber 20 por cento da verba atribuída para o ano passado. Isto, apesar de a associação que as representa assegurar que as despesas já estavam executadas, havendo compromissos assumidos com fornecedores, por exemplo.

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A solução passará pela acumulação do corte de 2010 no orçamento deste ano, que, de acordo com a mesma associação, também vai sofrer uma redução "entre 20 e 30 por cento", o que significa que o corte total em 2011 "poderá chegar aos 50 por cento". Uma situação que leva as ERT a acusar o Governo de ameaçar o funcionamento de alguns pólos e a promoção do país, bem como os salários dos trabalhadores.

Ontem, no Parlamento, o secretário de Estado do Turismo justificou a imposição de contenção orçamental com "a necessidade de esforço para cumprir o défice de 7,3 por cento" em 2010. E diz que as reduções pedidas às ERT se enquadram num "trabalho de racionalização de todas as entidades que dependem do Orçamento do Estado", o que também é o caso do Turismo de Portugal.

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