Paulo Portas convida dirigentes do CDS a levar moções ao congresso de Viseu

14-03-2011
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A reunião máxima do CDS, que decorre a 19 e 20 deste mês, vai ter moções para todos os gostos

Dirigentes do CDS - incluindo dois vice-presidentes - estão a preparar moções, a convite do próprio líder, Paulo Portas, para levar ao congresso do partido, marcado para 19 e 20 deste mês, em Viseu. Há pelo menos 13 moções (o dobro do anterior congresso), sete das quais com a bênção de Portas.

O líder do CDS-PP optou por não apresentar uma moção global, como aconteceu no último congresso, e dividiu os temas por outros cinco dirigentes do CDS. Vantagem? "Diferenciar assuntos e evidenciar pessoas", nas palavras de uma fonte centrista.

Dois vice-presidentes do partido foram convidados pelo líder a levar moções sectoriais ao congresso: Assunção Cristas (sobre o modelo de governo) e Nuno Melo (sobre a identidade do partido e demarcação face ao PSD). Diogo Feio falará sobre Educação. Filipe Lobo D"Ávila, deputado e membro da comissão política, apresentará propostas na área da justiça (no campo não penal), e a vereadora da Câmara de Cascais Mariana Ribeiro Ferreira (também directora de campanha de Portas nas directas) falará sobre política social de proximidade. O líder da bancada do CDS na Câmara de Lisboa, Adolfo Mesquita Nunes, leva propostas para a "geração à rasca" sobre trabalho, contribuições e fiscalidade. Paulo Portas ficou com a dívida pública soberana, o crescimento económico e a exclusão social.

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Entre as outras seis moções - que no regulamento dos centristas são designadas por "propostas de orientação de política económica e social" (POPES) - está ainda uma subscrita por funcionários do partido e outra de um militante do partido, José Bourdain.

Em elaboração - e que deverá ser entregue hoje, último dia do prazo - há a moção subscrita por uma corrente interna do CDS, o Movimento Alternativa e Responsabilidade. Esta moção irá propor o fim das eleições directas para a eleição do presidente do partido, ideia partilhada com a moção da Juventude Popular.

A distrital de Faro, liderada por Francisco Paulino, está a recolher assinaturas (são necessárias 200) para apresentar uma moção sobre as portagens na Via do Infante. Ao PÚBLICO, Francisco Paulino referiu que pretende que o partido tome uma posição sobre as portagens na Via do Infante no Algarve, uma vez que considera não ser uma auto-estrada nem ter alternativas. À luz do regulamento do CDS, os candidatos a líder nas eleições directas apresentam a estratégia política - que é então sufragada - e no congresso são apresentadas moções que devem conter propostas para a governação do país.

A reunião máxima do CDS, que decorre a 19 e 20 deste mês, vai ter moções para todos os gostos

Dirigentes do CDS - incluindo dois vice-presidentes - estão a preparar moções, a convite do próprio líder, Paulo Portas, para levar ao congresso do partido, marcado para 19 e 20 deste mês, em Viseu. Há pelo menos 13 moções (o dobro do anterior congresso), sete das quais com a bênção de Portas.

O líder do CDS-PP optou por não apresentar uma moção global, como aconteceu no último congresso, e dividiu os temas por outros cinco dirigentes do CDS. Vantagem? "Diferenciar assuntos e evidenciar pessoas", nas palavras de uma fonte centrista.

Dois vice-presidentes do partido foram convidados pelo líder a levar moções sectoriais ao congresso: Assunção Cristas (sobre o modelo de governo) e Nuno Melo (sobre a identidade do partido e demarcação face ao PSD). Diogo Feio falará sobre Educação. Filipe Lobo D"Ávila, deputado e membro da comissão política, apresentará propostas na área da justiça (no campo não penal), e a vereadora da Câmara de Cascais Mariana Ribeiro Ferreira (também directora de campanha de Portas nas directas) falará sobre política social de proximidade. O líder da bancada do CDS na Câmara de Lisboa, Adolfo Mesquita Nunes, leva propostas para a "geração à rasca" sobre trabalho, contribuições e fiscalidade. Paulo Portas ficou com a dívida pública soberana, o crescimento económico e a exclusão social.

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Entre as outras seis moções - que no regulamento dos centristas são designadas por "propostas de orientação de política económica e social" (POPES) - está ainda uma subscrita por funcionários do partido e outra de um militante do partido, José Bourdain.

Em elaboração - e que deverá ser entregue hoje, último dia do prazo - há a moção subscrita por uma corrente interna do CDS, o Movimento Alternativa e Responsabilidade. Esta moção irá propor o fim das eleições directas para a eleição do presidente do partido, ideia partilhada com a moção da Juventude Popular.

A distrital de Faro, liderada por Francisco Paulino, está a recolher assinaturas (são necessárias 200) para apresentar uma moção sobre as portagens na Via do Infante. Ao PÚBLICO, Francisco Paulino referiu que pretende que o partido tome uma posição sobre as portagens na Via do Infante no Algarve, uma vez que considera não ser uma auto-estrada nem ter alternativas. À luz do regulamento do CDS, os candidatos a líder nas eleições directas apresentam a estratégia política - que é então sufragada - e no congresso são apresentadas moções que devem conter propostas para a governação do país.

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