Para que não se fique com a ideia que o desnorte do executivo Sócrates se cinge a matérias económicas, e uma boa ilustração do estado do nosso Estado observem as discrepâncias de substância entre estas duas notícias relativas a uma rusga da GNR a um Estabelecimento prisional.A 29 de Janeiro de 2010, ficámos a saber:"Equipas de militares da GNR com cães de busca (binómios cinotécnicos) passaram ontem revista aos guardas prisionais do Estabelecimento Prisional da Carregueira, em Sintra, "mas não aos graduados dos postos de comando, nem ao pessoal administrativo nem aos reclusos". A denúncia foi feita ao DN por fonte da direcção do Sindicato Independente do Corpo da Guarda Prisional, que critica esta operação por "discriminar os guardas prisionais em relação a todas as outras pessoas". (...)"O que nos indigna é que só passaram revista aos guardas. Isso é discriminação. Os guardas não têm qualquer problema em serem revistados, mas teriam de o fazer a toda a gente", sublinhou.(...). Anunciou que o sindicato "vai exigir explicações ao ministro da Justiça e à DGSP sobre estas buscas que discriminam os guardas".De facto, Alberto Martins nada satisfeito com a actuação do seu mui amigo Pereirinha (Rui Pereira) pediu uma averiguação por parte da PGR ( Pinto Monteiro). Note-se então o conteúdo da notícia a 19 de Maio de 2010."A Procuradoria-Geral da República confirmou que está a fazer uma avaliação sobre a legitimidade e meios empregues pela GNR numa rusga efectuada, no ano passado, ao estabelecimento prisional de Santa Cruz do Bispo. (...)Em causa está uma operação que a GNR realizou em Dezembro de 2009 naquela prisão, com o objectivo de detectar e identificar o alegado cabecilha - recluso - e cúmplices de uma rede de tráfico de droga e extorsão que estaria a operar a partir daquele estabelecimento. Contudo, os guardas prisionais, pela voz do seu sindicato, criticaram a forma como a operação se desenrolou e acusaram a GNR de tratá-los também como “criminosos” bem como de violar regras de actuação em vigor para o interior das prisão.(...)"Pode ter sido gralha mas eu li bem. Os militares da GNR não passaram revista aos reclusos, certo? Mas o objectivo era detectar o "alegado cabecilha - recluso", correcto?
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Para que não se fique com a ideia que o desnorte do executivo Sócrates se cinge a matérias económicas, e uma boa ilustração do estado do nosso Estado observem as discrepâncias de substância entre estas duas notícias relativas a uma rusga da GNR a um Estabelecimento prisional.A 29 de Janeiro de 2010, ficámos a saber:"Equipas de militares da GNR com cães de busca (binómios cinotécnicos) passaram ontem revista aos guardas prisionais do Estabelecimento Prisional da Carregueira, em Sintra, "mas não aos graduados dos postos de comando, nem ao pessoal administrativo nem aos reclusos". A denúncia foi feita ao DN por fonte da direcção do Sindicato Independente do Corpo da Guarda Prisional, que critica esta operação por "discriminar os guardas prisionais em relação a todas as outras pessoas". (...)"O que nos indigna é que só passaram revista aos guardas. Isso é discriminação. Os guardas não têm qualquer problema em serem revistados, mas teriam de o fazer a toda a gente", sublinhou.(...). Anunciou que o sindicato "vai exigir explicações ao ministro da Justiça e à DGSP sobre estas buscas que discriminam os guardas".De facto, Alberto Martins nada satisfeito com a actuação do seu mui amigo Pereirinha (Rui Pereira) pediu uma averiguação por parte da PGR ( Pinto Monteiro). Note-se então o conteúdo da notícia a 19 de Maio de 2010."A Procuradoria-Geral da República confirmou que está a fazer uma avaliação sobre a legitimidade e meios empregues pela GNR numa rusga efectuada, no ano passado, ao estabelecimento prisional de Santa Cruz do Bispo. (...)Em causa está uma operação que a GNR realizou em Dezembro de 2009 naquela prisão, com o objectivo de detectar e identificar o alegado cabecilha - recluso - e cúmplices de uma rede de tráfico de droga e extorsão que estaria a operar a partir daquele estabelecimento. Contudo, os guardas prisionais, pela voz do seu sindicato, criticaram a forma como a operação se desenrolou e acusaram a GNR de tratá-los também como “criminosos” bem como de violar regras de actuação em vigor para o interior das prisão.(...)"Pode ter sido gralha mas eu li bem. Os militares da GNR não passaram revista aos reclusos, certo? Mas o objectivo era detectar o "alegado cabecilha - recluso", correcto?