Alto Hama: Enquanto não chega o Burkina Faso...venha o Peru do nosso contentamento

28-12-2009
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Depois do êxito daquela coisa a que chamam “Magalhães”, Portugal vai exportar, agora para o Peru, alguns dos programas de modernização do sistema de Justiça adoptados nos últimos anos, como a Pulseira Electrónica, a Empresa na Hora ou Citius, ao abrigo de um acordo hoje assinado em Lisboa entre os dois países. A economia portuguesa começa a ser salva. Pelo menos até que os compradores se apercebam do que realmente estão a adquirir."São experiências inovadoras que correm bem e que nós gostamos de partilhar com os nossos amigos. E constantemente ouvimos referências a boas práticas e inovações de outros países, o que permite um intercâmbio de vantagens recíprocas asseguradas", afirmou o ministro português da Justiça, Alberto Costa, após a cerimónia de assinatura do memorando de entendimento para cooperação.Pois. E se é o Governo de José Sócrates quem o diz, quem são os portugueses de segunda (todos os que não são deste PS) para dizer o contrário?Pela República do Peru, o acordo foi firmado pela ministra Rosário Figueroa, que esteve esta semana em Lisboa para a reunião da Comissão Delegada da Conferência de Ministros da Justiça dos Países Ibero-americanos, a que Portugal preside entre 2008 e 2010.O documento estabelece a cooperação na constituição imediata de sociedades comerciais, em atendimento presencial único, semelhante ao projecto “Empresa na Hora”, e monitorização electrónica de condenados, como a “Vigilância Electrónica” usada em Portugal.É igualmente incluído o modelo "Citius", de ferramentas informáticas de trabalho para magistrados e funcionários judiciais e formulários processuais e documentos electrónicos, visando a desmaterialização de processos.Outras vertentes são o registo imediato de prédios ("Casa Pronta"), o sistema de informação prisional e os sistemas públicos de mediação.Como os portugueses de segunda constatam, tudo coisas que funcionam às mil maravilhas nas ocidentais praias lusitanas a norte, embora cada vez mais a sul, de Marrocos.Para a ministra da Justiça peruana, o primeiro passo será fazer um "diagnóstico" das necessidades de modernização judicial do seu país e das condições de aplicação. "Vamos começar a aplicar o mais rápido que pudermos. Quero que seja este ano", referiu.E enquanto se espera a chegada de técnicos peruanos para formação em Portugal (e vice-versa), Alberto Costa deverá ir a Lima este ano, em Julho.


Depois do êxito daquela coisa a que chamam “Magalhães”, Portugal vai exportar, agora para o Peru, alguns dos programas de modernização do sistema de Justiça adoptados nos últimos anos, como a Pulseira Electrónica, a Empresa na Hora ou Citius, ao abrigo de um acordo hoje assinado em Lisboa entre os dois países. A economia portuguesa começa a ser salva. Pelo menos até que os compradores se apercebam do que realmente estão a adquirir."São experiências inovadoras que correm bem e que nós gostamos de partilhar com os nossos amigos. E constantemente ouvimos referências a boas práticas e inovações de outros países, o que permite um intercâmbio de vantagens recíprocas asseguradas", afirmou o ministro português da Justiça, Alberto Costa, após a cerimónia de assinatura do memorando de entendimento para cooperação.Pois. E se é o Governo de José Sócrates quem o diz, quem são os portugueses de segunda (todos os que não são deste PS) para dizer o contrário?Pela República do Peru, o acordo foi firmado pela ministra Rosário Figueroa, que esteve esta semana em Lisboa para a reunião da Comissão Delegada da Conferência de Ministros da Justiça dos Países Ibero-americanos, a que Portugal preside entre 2008 e 2010.O documento estabelece a cooperação na constituição imediata de sociedades comerciais, em atendimento presencial único, semelhante ao projecto “Empresa na Hora”, e monitorização electrónica de condenados, como a “Vigilância Electrónica” usada em Portugal.É igualmente incluído o modelo "Citius", de ferramentas informáticas de trabalho para magistrados e funcionários judiciais e formulários processuais e documentos electrónicos, visando a desmaterialização de processos.Outras vertentes são o registo imediato de prédios ("Casa Pronta"), o sistema de informação prisional e os sistemas públicos de mediação.Como os portugueses de segunda constatam, tudo coisas que funcionam às mil maravilhas nas ocidentais praias lusitanas a norte, embora cada vez mais a sul, de Marrocos.Para a ministra da Justiça peruana, o primeiro passo será fazer um "diagnóstico" das necessidades de modernização judicial do seu país e das condições de aplicação. "Vamos começar a aplicar o mais rápido que pudermos. Quero que seja este ano", referiu.E enquanto se espera a chegada de técnicos peruanos para formação em Portugal (e vice-versa), Alberto Costa deverá ir a Lima este ano, em Julho.

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