"Não sei a que lei estão a referir-se. Não foi feita nenhuma lei para favorecer ou deixar de favorecer a Associação Nacional de Farmácias. Aquilo que foi feito foi aquilo que era necessário para criar condições para as farmácias poderem existir", disse a ministra Ana Jorge aos jornalistas, em Lisboa.
No domingo, o DN noticiou a existência de dois processos em relação aos quais João Cordeiro, o presidente da Associação Nacional das Farmácias (ANF), terá pedido a ajuda do ex-vice-presidente do Millennium bcp Armando Vara para intervir junto do Executivo de José Sócrates, no sentido de ser alterada a legislação para o sector. A alteração legislativa em questão previa entre outras coisas a liberalização das margens de comercialização nos preços dos medicamentos. Assunto que na altura foi motivo de guerras públicas entre a Apifarma e a ANF.
Segundo Ana Jorge, "não houve nenhum favorecimento", mas sim "um processo de fundo de revisão da legislação que estava em vigor".
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Ana Jorge falava aos jornalistas no final da cerimónia de entrega de 11 viaturas destinadas a equipas de cuidados continuados domiciliários na região de Lisboa e Vale do Tejo e da assinatura de 16 protocolos com Agrupamentos dos Centros Saúde de Oeiras, Odivelas, Amadora, Loures, Cacém-Queluz, Cascais, Serra D´Aire e Ribatejo, cujas equipas vão integrar a Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados (RNCCI).
O processo Face Oculta investiga alegados casos de corrupção e outros crimes económicos relacionados com empresas do sector empresarial do Estado e empresas privadas, havendo pelo menos 18 arguidos, incluindo o presidente da REN-Redes Eléctricas Nacionais, José Penedos, suspenso de funções pelo juiz de instrução, e Armando Vara, que suspendeu as suas funções de vice-presidente do Millenium/BCP.
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"Não sei a que lei estão a referir-se. Não foi feita nenhuma lei para favorecer ou deixar de favorecer a Associação Nacional de Farmácias. Aquilo que foi feito foi aquilo que era necessário para criar condições para as farmácias poderem existir", disse a ministra Ana Jorge aos jornalistas, em Lisboa.
No domingo, o DN noticiou a existência de dois processos em relação aos quais João Cordeiro, o presidente da Associação Nacional das Farmácias (ANF), terá pedido a ajuda do ex-vice-presidente do Millennium bcp Armando Vara para intervir junto do Executivo de José Sócrates, no sentido de ser alterada a legislação para o sector. A alteração legislativa em questão previa entre outras coisas a liberalização das margens de comercialização nos preços dos medicamentos. Assunto que na altura foi motivo de guerras públicas entre a Apifarma e a ANF.
Segundo Ana Jorge, "não houve nenhum favorecimento", mas sim "um processo de fundo de revisão da legislação que estava em vigor".
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Ana Jorge falava aos jornalistas no final da cerimónia de entrega de 11 viaturas destinadas a equipas de cuidados continuados domiciliários na região de Lisboa e Vale do Tejo e da assinatura de 16 protocolos com Agrupamentos dos Centros Saúde de Oeiras, Odivelas, Amadora, Loures, Cacém-Queluz, Cascais, Serra D´Aire e Ribatejo, cujas equipas vão integrar a Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados (RNCCI).
O processo Face Oculta investiga alegados casos de corrupção e outros crimes económicos relacionados com empresas do sector empresarial do Estado e empresas privadas, havendo pelo menos 18 arguidos, incluindo o presidente da REN-Redes Eléctricas Nacionais, José Penedos, suspenso de funções pelo juiz de instrução, e Armando Vara, que suspendeu as suas funções de vice-presidente do Millenium/BCP.