WEHAVEKAOSINTHEGARDEN: Partida e de partida

01-06-2010
marcar artigo


«O PSD tinha prometido que não iria reagir a sondagens. Mas não resistiu perante a que hoje é publicada pelo Expresso e foi ontem divulgada pela SIC e Rádio Renascença. A queda do PSD para os 29%, enquanto o PS se mantém nos 40%, e uma imagem ainda mais negativa da líder social-democrata levaram o director executivo das campanhas do partido, Agostinho Branquinho, a escrever: "Ou há manipulação ou essas empresas não são de confiança."»[Diário de Notícias] Quem é o Sr. que se segue? Será o Paços Coelho ou o Bicho da Madeira? Com esta ao leme o PSD já deve ter entendido que não vai lá, mas provavelmente sabem que não vão conseguir derrotar este Sócrates. A fasquia já está colocada muito mais acima, na linha da maioria absoluta e já há portas que se abrem para apanhar as migalhas de um apoio, pontual ou permanente com um governo minoritário do PS. De fora do poder, fica sempre o PSD. Carrancudo estará também o Sr. Silva que do seu sonho de um governo de Bloco central vai ter de aturar o Sócrates por mais quatro anos.


«O PSD tinha prometido que não iria reagir a sondagens. Mas não resistiu perante a que hoje é publicada pelo Expresso e foi ontem divulgada pela SIC e Rádio Renascença. A queda do PSD para os 29%, enquanto o PS se mantém nos 40%, e uma imagem ainda mais negativa da líder social-democrata levaram o director executivo das campanhas do partido, Agostinho Branquinho, a escrever: "Ou há manipulação ou essas empresas não são de confiança."»[Diário de Notícias] Quem é o Sr. que se segue? Será o Paços Coelho ou o Bicho da Madeira? Com esta ao leme o PSD já deve ter entendido que não vai lá, mas provavelmente sabem que não vão conseguir derrotar este Sócrates. A fasquia já está colocada muito mais acima, na linha da maioria absoluta e já há portas que se abrem para apanhar as migalhas de um apoio, pontual ou permanente com um governo minoritário do PS. De fora do poder, fica sempre o PSD. Carrancudo estará também o Sr. Silva que do seu sonho de um governo de Bloco central vai ter de aturar o Sócrates por mais quatro anos.

marcar artigo