Sector empresarial é o que mais gasta

23-10-2010
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Valores da administração subiram em ano eleitoral

Dos cinco agrupamentos de entidades identificados pelo estudo da ERC, o sector empresarial do Estado foi o que gastou a fatia de leão dos 408 milhões de euros investidos em publicidade no ano passado: 322 milhões de euros, segundo contas feitas pelo PÚBLICO com base nos dados disponibilizados no documento apresentado ontem. Neste grupo incluem-se, por exemplo, a CGD, EDP e a Estradas de Portugal.

A ERC decidiu deixar fora do estudo as entidades administrativas independentes, tribunais, instituições de ensino e administração autónoma, bem como a Presidência e a Assembleia da República. A administração directa do Estado (ministérios) gastou 22,5 milhões de euros (pelo menos mais oito milhões que em 2008); a administração indirecta (institutos públicos como o Turismo de Portugal) investiu 19 milhões (uma subida de cinco); as entidades de direito privado criadas pelo Estado, como a Casa Pia e o Inatel, aplicaram 40, 5 milhões de euros (mais 18 milhões que em 2008); e as Regiões Autónomas gastaram 3,5 milhões (mais 1,5 que no ano anterior). Os aumentos estarão ligados ao facto de 2009 ter sido um ano eleitoral. M.L.

Valores da administração subiram em ano eleitoral

Dos cinco agrupamentos de entidades identificados pelo estudo da ERC, o sector empresarial do Estado foi o que gastou a fatia de leão dos 408 milhões de euros investidos em publicidade no ano passado: 322 milhões de euros, segundo contas feitas pelo PÚBLICO com base nos dados disponibilizados no documento apresentado ontem. Neste grupo incluem-se, por exemplo, a CGD, EDP e a Estradas de Portugal.

A ERC decidiu deixar fora do estudo as entidades administrativas independentes, tribunais, instituições de ensino e administração autónoma, bem como a Presidência e a Assembleia da República. A administração directa do Estado (ministérios) gastou 22,5 milhões de euros (pelo menos mais oito milhões que em 2008); a administração indirecta (institutos públicos como o Turismo de Portugal) investiu 19 milhões (uma subida de cinco); as entidades de direito privado criadas pelo Estado, como a Casa Pia e o Inatel, aplicaram 40, 5 milhões de euros (mais 18 milhões que em 2008); e as Regiões Autónomas gastaram 3,5 milhões (mais 1,5 que no ano anterior). Os aumentos estarão ligados ao facto de 2009 ter sido um ano eleitoral. M.L.

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