O chefe de gabinete de José Sócrates no Partido Socialista (PS), André Figueiredo, vai processar o deputado socialista Vítor Baptista.
Foi o advogado do dirigente do PS, Jorge Abreu Rodrigues, quem anunciou ontem ter sido mandatado "para elaborar e fazer entregar no dia de hoje [ontem] as participações criminais que face ao sucedido se impõem, passando a aguardar que a Justiça julgue e puna esta actuação".
O Parlamentar acusara, num comunicado, durante a semana passada, o membro do gabinete de Sócrates de tráfico de influências, ao tentar aliciá-lo com a promessa de um cargo numa empresa pública, em troca da sua não-recandidatura à federação socialista de Coimbra. Vítor Baptista avançou com a denúncia depois de ter perdido a eleição por dois votos. O Conselho Nacional de Jurisdição tem de decidir, até amanhã, se repete ou não estas eleições.
No comunicado de ontem, pode ler-se que o "conteúdo dessa comunicação [de Vítor Baptista] atinge gravemente valores que constituem a reserva inatingível da dignidade de qualquer cidadão e a sua divulgação e reafirmação pública constituem um ataque soez e inqualificável ao seu bom nome e honorabilidade, que não mais podem dispensar a responsabilização integral dos seus autores, para mais quando deliberadamente se assumem como um ataque pessoal".
Jorge Abreu Rodrigues acrescenta ainda que André Figueiredo "sempre procurou ignorar aquela actuação difamatória e caluniosa do referido deputado, para assim defender a boa imagem e o bom nome do partido que representa". N.S.L.
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O chefe de gabinete de José Sócrates no Partido Socialista (PS), André Figueiredo, vai processar o deputado socialista Vítor Baptista.
Foi o advogado do dirigente do PS, Jorge Abreu Rodrigues, quem anunciou ontem ter sido mandatado "para elaborar e fazer entregar no dia de hoje [ontem] as participações criminais que face ao sucedido se impõem, passando a aguardar que a Justiça julgue e puna esta actuação".
O Parlamentar acusara, num comunicado, durante a semana passada, o membro do gabinete de Sócrates de tráfico de influências, ao tentar aliciá-lo com a promessa de um cargo numa empresa pública, em troca da sua não-recandidatura à federação socialista de Coimbra. Vítor Baptista avançou com a denúncia depois de ter perdido a eleição por dois votos. O Conselho Nacional de Jurisdição tem de decidir, até amanhã, se repete ou não estas eleições.
No comunicado de ontem, pode ler-se que o "conteúdo dessa comunicação [de Vítor Baptista] atinge gravemente valores que constituem a reserva inatingível da dignidade de qualquer cidadão e a sua divulgação e reafirmação pública constituem um ataque soez e inqualificável ao seu bom nome e honorabilidade, que não mais podem dispensar a responsabilização integral dos seus autores, para mais quando deliberadamente se assumem como um ataque pessoal".
Jorge Abreu Rodrigues acrescenta ainda que André Figueiredo "sempre procurou ignorar aquela actuação difamatória e caluniosa do referido deputado, para assim defender a boa imagem e o bom nome do partido que representa". N.S.L.