António Saraiva admite possibilidade de eleições antecipadas
Económico
12:20
O presidente da Confederação Empresarial admite que se o ambiente político vier a entrar num pântano e em episódios "mais complicados", devem promover-se eleições antecipadas.
"Se não for inquinado, se não entrarmos aqui no tal pântano, que se cumpra a legislatura. Se viermos ter episódios em que isto ainda vai ser mais complicado, então que se promovam eleições o mais rápido possível para termos depois então um período de quatro anos com a tranquilidade que todos desejamos", afirmou António Saraiva em entrevista ao Diário Económico e à Antena 1.
O representante dos patrões defende a existência de "uma estabilidade política, uma maioria parlamentar que promova as reformas, que dê um rumo ao país, que tenha uma voz firme em Bruxelas e que ponha o país a crescer como todos nós desejamos".
Em relação a um possível novo aumento em 2015 do salário mínimo nacional -que esta semana foi elevado de 485 a 505 euros - António Saraiva considera que será necessário esperar até ao fim do próximo ano para decidir.
"Avaliaremos no final deste período, finais de 2015, se há condições para evoluir de novo no salário mínimo ou se, através desses indicadores [analisados] vamos demonstrar que ele se deve manter no actual valor".
Leia na íntegra a entrevista a António Saraiva na edição em papel do Diário Económico na próxima segunda-feira.
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António Saraiva admite possibilidade de eleições antecipadas
Económico
12:20
O presidente da Confederação Empresarial admite que se o ambiente político vier a entrar num pântano e em episódios "mais complicados", devem promover-se eleições antecipadas.
"Se não for inquinado, se não entrarmos aqui no tal pântano, que se cumpra a legislatura. Se viermos ter episódios em que isto ainda vai ser mais complicado, então que se promovam eleições o mais rápido possível para termos depois então um período de quatro anos com a tranquilidade que todos desejamos", afirmou António Saraiva em entrevista ao Diário Económico e à Antena 1.
O representante dos patrões defende a existência de "uma estabilidade política, uma maioria parlamentar que promova as reformas, que dê um rumo ao país, que tenha uma voz firme em Bruxelas e que ponha o país a crescer como todos nós desejamos".
Em relação a um possível novo aumento em 2015 do salário mínimo nacional -que esta semana foi elevado de 485 a 505 euros - António Saraiva considera que será necessário esperar até ao fim do próximo ano para decidir.
"Avaliaremos no final deste período, finais de 2015, se há condições para evoluir de novo no salário mínimo ou se, através desses indicadores [analisados] vamos demonstrar que ele se deve manter no actual valor".
Leia na íntegra a entrevista a António Saraiva na edição em papel do Diário Económico na próxima segunda-feira.