Universidades portuguesas em saldo

03-08-2015
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Algumas universidades privadas estão a fazer descontos nas anuidades para captar mais alunos, já que as dificuldades financeiras impedem muitos deles de prosseguir os estudos, e combater o abandono escolar. Segundo o "Jornal de Notícias", os exemplos são vários e tanto no ensino privado como no público.

A Universidade Autónoma, por exemplo, isenta de propinas os caloiros do curso de História e cobra metade aos de Engenharia Electrotécnica e de Telecomunicações.

O jornal fala mesmo de uma campanha das universidades para contrariar a descida da procura pelos alunos. E chama a atenção que não é um exclusivo do sector privado, já que cursos públicos como a Engenharia Civil têm tido vagas por preencher.

No caso das universidades pública, os descontos são para os melhores alunos. Por exemplo, a Universidade do Minho onde os 15 melhores estudantes têm as suas propinas integralmente pagas pelas empresas durante os cinco anos do curso, desde que obtenham aproveitamento.

Na Lusófona os candidatos com média acima de 16 valores têm redução na propina de 75% a 100% da anuidade.

A Lusófona tem ainda descontos em função do pagamento anual ou semestral, que pode ir até 8%, e a Universidade Europeia atribui deduções de 450 a 750 euros consoante o preço da propina.

A Universidade da Covilhã criou na Internet a página "Não desistas" com informação sobre bolsas e apoio aos alunos, já que acredita que o maior entrave a que muitos estudantes prossigam os estudos é a situação financeira da família.

Algumas universidades privadas estão a fazer descontos nas anuidades para captar mais alunos, já que as dificuldades financeiras impedem muitos deles de prosseguir os estudos, e combater o abandono escolar. Segundo o "Jornal de Notícias", os exemplos são vários e tanto no ensino privado como no público.

A Universidade Autónoma, por exemplo, isenta de propinas os caloiros do curso de História e cobra metade aos de Engenharia Electrotécnica e de Telecomunicações.

O jornal fala mesmo de uma campanha das universidades para contrariar a descida da procura pelos alunos. E chama a atenção que não é um exclusivo do sector privado, já que cursos públicos como a Engenharia Civil têm tido vagas por preencher.

No caso das universidades pública, os descontos são para os melhores alunos. Por exemplo, a Universidade do Minho onde os 15 melhores estudantes têm as suas propinas integralmente pagas pelas empresas durante os cinco anos do curso, desde que obtenham aproveitamento.

Na Lusófona os candidatos com média acima de 16 valores têm redução na propina de 75% a 100% da anuidade.

A Lusófona tem ainda descontos em função do pagamento anual ou semestral, que pode ir até 8%, e a Universidade Europeia atribui deduções de 450 a 750 euros consoante o preço da propina.

A Universidade da Covilhã criou na Internet a página "Não desistas" com informação sobre bolsas e apoio aos alunos, já que acredita que o maior entrave a que muitos estudantes prossigam os estudos é a situação financeira da família.

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