Vídeo canadiano que trata da espulsão dos emigrantes portugueses no Canadá com um excepcional humor (1:33 m): Freitas do Amaral, que se deslocou ao Canadá para tentar ajudar os emigrantes portugueses, que se recusou a condenar a violência contra os «cartoons dinamarqueses» - porque isso seria fazer o jogo da Al-Qaeda, tem uma opinião muito “sui generis” acerca da actual administração norte-americana.No seu livro «Do 11 de Setembro à crise do Iraque», Freitas do Amaral afirma:A administração Bush segue métodos «de extrema-direita», comparáveis aos de Hitler, Salazar, Franco e outros «ditadores e extremistas que colocam a soberania nacional acima do Direito Internacional». No prefácio de um livro agora concluído - Do 11 de Setembro à crise do Iraque -, Freitas desafia os aliados a terem «coragem e espinha dorsal para não se sujeitarem a ser mandados». E avisa que a Europa «tem o dever de tentar travar o belicismo americano».A comparação de Bush com Hitler assenta no alegado desrespeito dos EUA pelo Direito Internacional e pela ONU, na sua convicção de que têm como missão dominar o mundo, na recusa em reconhecer aos terroristas o estatuto de prisioneiros de guerra e na reedição da «aliança entre o trono e o altar».Recusando estar a virar à esquerda, Freitas lembra que «pode ser-se pró-americano e conjunturalmente anti-Bush».
Categorias
Entidades
Vídeo canadiano que trata da espulsão dos emigrantes portugueses no Canadá com um excepcional humor (1:33 m): Freitas do Amaral, que se deslocou ao Canadá para tentar ajudar os emigrantes portugueses, que se recusou a condenar a violência contra os «cartoons dinamarqueses» - porque isso seria fazer o jogo da Al-Qaeda, tem uma opinião muito “sui generis” acerca da actual administração norte-americana.No seu livro «Do 11 de Setembro à crise do Iraque», Freitas do Amaral afirma:A administração Bush segue métodos «de extrema-direita», comparáveis aos de Hitler, Salazar, Franco e outros «ditadores e extremistas que colocam a soberania nacional acima do Direito Internacional». No prefácio de um livro agora concluído - Do 11 de Setembro à crise do Iraque -, Freitas desafia os aliados a terem «coragem e espinha dorsal para não se sujeitarem a ser mandados». E avisa que a Europa «tem o dever de tentar travar o belicismo americano».A comparação de Bush com Hitler assenta no alegado desrespeito dos EUA pelo Direito Internacional e pela ONU, na sua convicção de que têm como missão dominar o mundo, na recusa em reconhecer aos terroristas o estatuto de prisioneiros de guerra e na reedição da «aliança entre o trono e o altar».Recusando estar a virar à esquerda, Freitas lembra que «pode ser-se pró-americano e conjunturalmente anti-Bush».