Recusando a ideia de que um crescimento de 0,2 por cento do PIB sejam “boas notícias”, como defendeu o primeiro-ministro, o deputado bloquista frisa que houve um abrandamento da economia e que Portugal divergiu da União Europeia. “Estes são os primeiros dados depois da aplicação das medidas de austeridade e o que eles mostram é que a política de austeridade mata o crescimento e a criação de emprego”, afirma.
“É por isso que é difícil para nós perceber a satisfação do primeiro-ministro a não ser na medida em que ele se mostra satisfeito com todos os números da economia independentemente de quais eles sejam”, critica.
José Gusmão defende a “importância de ter uma política que estimule os factores de crescimento” da economia portuguesa, como o consumo privado e as exportações. “E é isso que a política de austeridade ataca, quer a política de austeridade seguida em Portugal quer a seguida pelos outros países da União Europeia”, diz.
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Recusando a ideia de que um crescimento de 0,2 por cento do PIB sejam “boas notícias”, como defendeu o primeiro-ministro, o deputado bloquista frisa que houve um abrandamento da economia e que Portugal divergiu da União Europeia. “Estes são os primeiros dados depois da aplicação das medidas de austeridade e o que eles mostram é que a política de austeridade mata o crescimento e a criação de emprego”, afirma.
“É por isso que é difícil para nós perceber a satisfação do primeiro-ministro a não ser na medida em que ele se mostra satisfeito com todos os números da economia independentemente de quais eles sejam”, critica.
José Gusmão defende a “importância de ter uma política que estimule os factores de crescimento” da economia portuguesa, como o consumo privado e as exportações. “E é isso que a política de austeridade ataca, quer a política de austeridade seguida em Portugal quer a seguida pelos outros países da União Europeia”, diz.