O líder do Bloco de Esquerda propõe o alargamento do subsídio de desemprego e quer a regularização dos precários na Função Pública.
No encerramento do fórum "Socialismo 2010", em Braga, que assinala a "rentrée" do partido, Francisco Louçã disse que "a saúde tornou-se um negócio. O PS desistiu do Serviço Nacional de Saúde", por isso, disse, "fechou urgências, despediu médicos, fechou centros de saúde".
Sublinhou o líder do Bloco de Esquerda que "a direita propõe a sua destruição [do SNS] e o PS tem vindo a desmontá-lo". Em sentido contrário, Louçã propõe-se então "recriar" um SNS, a bem da democracia na saúde.
"Hoje há menos atendimento de médicos de família do que há uns anos", disse, acrescentando que uma das propostas do partido será a existência de "um médico de família para todas as famílias", e, "para isso é essencial trazer os dois mil estudantes de Medicina portugueses que estão no estrangeiro", oferecendo-lhes "um contrato de longo prazo".
Louça diz que só o BE se empenha na derrota de Cavaco
Sobre as eleições presidenciais, Francisco Louçã disse que "temos de ter a certeza que temos um Presidente que defende o SNS e recusa a privatização dos CTT".
Frisando que Cavaco Silva é um "promotor da existência de um bloco central", o líder do Bloco de Esquerda destacou que "o BE é hoje o único partido que se empenha convictamente na derrota de Cavaco Silva à Presidência da República" e deixou uma previsão: "Ou Cavaco Silva ganha na primeira volta, ou Manuel Alegre ganhará na segunda".
Estado, o pior patrão, segundo Louçã
Em matéria de emprego, Louçã teceu duras críticas ao Governo. "O Estado é o principal promotor da precaridade. É o pior patrão que há em Portugal", disse.
Neste sentido, e contra a actual situação, a primeira "batalha" do partido quando começarem os trabalhos na Assembleia será, avançou Louçã, a "regularização de todos os precários da Função Pública".
O líder do BE sublinhou também que "há já 200 mil trabalhadores desempregados de longa duração", número que vai aumentar nos próximos meses. Por isso, disse, "neste orçamento vamos bater-nos pelo prolongamento do subsídio de desemprego".
Categorias
Entidades
O líder do Bloco de Esquerda propõe o alargamento do subsídio de desemprego e quer a regularização dos precários na Função Pública.
No encerramento do fórum "Socialismo 2010", em Braga, que assinala a "rentrée" do partido, Francisco Louçã disse que "a saúde tornou-se um negócio. O PS desistiu do Serviço Nacional de Saúde", por isso, disse, "fechou urgências, despediu médicos, fechou centros de saúde".
Sublinhou o líder do Bloco de Esquerda que "a direita propõe a sua destruição [do SNS] e o PS tem vindo a desmontá-lo". Em sentido contrário, Louçã propõe-se então "recriar" um SNS, a bem da democracia na saúde.
"Hoje há menos atendimento de médicos de família do que há uns anos", disse, acrescentando que uma das propostas do partido será a existência de "um médico de família para todas as famílias", e, "para isso é essencial trazer os dois mil estudantes de Medicina portugueses que estão no estrangeiro", oferecendo-lhes "um contrato de longo prazo".
Louça diz que só o BE se empenha na derrota de Cavaco
Sobre as eleições presidenciais, Francisco Louçã disse que "temos de ter a certeza que temos um Presidente que defende o SNS e recusa a privatização dos CTT".
Frisando que Cavaco Silva é um "promotor da existência de um bloco central", o líder do Bloco de Esquerda destacou que "o BE é hoje o único partido que se empenha convictamente na derrota de Cavaco Silva à Presidência da República" e deixou uma previsão: "Ou Cavaco Silva ganha na primeira volta, ou Manuel Alegre ganhará na segunda".
Estado, o pior patrão, segundo Louçã
Em matéria de emprego, Louçã teceu duras críticas ao Governo. "O Estado é o principal promotor da precaridade. É o pior patrão que há em Portugal", disse.
Neste sentido, e contra a actual situação, a primeira "batalha" do partido quando começarem os trabalhos na Assembleia será, avançou Louçã, a "regularização de todos os precários da Função Pública".
O líder do BE sublinhou também que "há já 200 mil trabalhadores desempregados de longa duração", número que vai aumentar nos próximos meses. Por isso, disse, "neste orçamento vamos bater-nos pelo prolongamento do subsídio de desemprego".