Pela 4.ª vez o BCP sofre uma contra-ordenação pesada, desta vez pela CMVM (Comissão do Mercado de Valores Imobiliários) por declarações falsas prestadas pelo banco ao regulador. O processo instaurado em Julho de 2008 deverá estar concluído em Agosto próximo, tendo por base 7 infracções imputadas ao BCP. A CMVM considerou as infracções como muito graves implicando uma contra-ordenação entre 25.000 e 2,5 milhões de euros. No caso de manipulação do preço das acções do BCP, Jardim Gonçalves, ex-CEO do banco, foi denunciado ao Ministério Público por Alípio Dias e Filipe Pinhal, ex-administradores.
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Pela 4.ª vez o BCP sofre uma contra-ordenação pesada, desta vez pela CMVM (Comissão do Mercado de Valores Imobiliários) por declarações falsas prestadas pelo banco ao regulador. O processo instaurado em Julho de 2008 deverá estar concluído em Agosto próximo, tendo por base 7 infracções imputadas ao BCP. A CMVM considerou as infracções como muito graves implicando uma contra-ordenação entre 25.000 e 2,5 milhões de euros. No caso de manipulação do preço das acções do BCP, Jardim Gonçalves, ex-CEO do banco, foi denunciado ao Ministério Público por Alípio Dias e Filipe Pinhal, ex-administradores.