A Arte da Fuga: Igualdade

23-12-2009
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O Cemitério Judaico de Lisboa recebeu a visita de uma qualquer gentalha que achou por bem desenhar suásticas em algumas lápides. Gentalha essa que merece, em sendo apanhada, ser punida exactamente da mesma forma que uma qualquer gentalha que se tivesse decidido a entrar nos Prazeres para desenhar falos ou assinar declarações de amor. São antisemitas imbecis, com certeza. Mas na vida e na morte, devemos todos ser considerados indivíduos iguais perante a lei.

O Cemitério Judaico de Lisboa recebeu a visita de uma qualquer gentalha que achou por bem desenhar suásticas em algumas lápides. Gentalha essa que merece, em sendo apanhada, ser punida exactamente da mesma forma que uma qualquer gentalha que se tivesse decidido a entrar nos Prazeres para desenhar falos ou assinar declarações de amor. São antisemitas imbecis, com certeza. Mas na vida e na morte, devemos todos ser considerados indivíduos iguais perante a lei.

O Cemitério Judaico de Lisboa recebeu a visita de uma qualquer gentalha que achou por bem desenhar suásticas em algumas lápides. Gentalha essa que merece, em sendo apanhada, ser punida exactamente da mesma forma que uma qualquer gentalha que se tivesse decidido a entrar nos Prazeres para desenhar falos ou assinar declarações de amor. São antisemitas imbecis, com certeza. Mas na vida e na morte, devemos todos ser considerados indivíduos iguais perante a lei.

O Cemitério Judaico de Lisboa recebeu a visita de uma qualquer gentalha que achou por bem desenhar suásticas em algumas lápides. Gentalha essa que merece, em sendo apanhada, ser punida exactamente da mesma forma que uma qualquer gentalha que se tivesse decidido a entrar nos Prazeres para desenhar falos ou assinar declarações de amor. São antisemitas imbecis, com certeza. Mas na vida e na morte, devemos todos ser considerados indivíduos iguais perante a lei.

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