A Arte da Fuga: Arquitectura socialista (2)

29-05-2010
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Anteontem houve mais uma marcha pelo "direito à habitação", promovida pela plataforma Plataforma Artigo 65. Esta associação cívica, que defende que os tribunais deviam obrigar o Estado (e consequentemente o contribuinte) a pagar tecto a todos, é, para quem anda distraído, a vanguarda nacional do comunismo habitacional. Chega ao ponto de defender a administração estatal de propriedade privada "abandonada", ou no limite a nacionalização da mesma. Por outras palavras, pilhagem legal.Uma das personalidades mais verbais foi a bastonária da Ordem dos Arquitectos, entidade que integra a dita plataforma, que segundo o Público terá declarado, à laia de Okupa e Resiste, "Contra a corrupção, o direito à habitação!" / "É um escândalo haver tantas casas fechadas com tanta gente sem casa".Pergunto-me sinceramente se os arquitectos têm noção que ao promoverem a destruição dos direitos de propriedade (que existem não só para proteger os indivíduos de outros indivíduos, como, principalmente, protegê-los do Estado), estão a enfraquecer a sua própria causa. Os "direitos de propriedade intelectual", que tanto reclamam, não passam de uma criação legal artificial — nem são direitos de propriedade per se, porque se referem a informação, e não a coisa fungível. Se a propriedade nada vale, nada vale a informação que contém, incluindo aquela que consta de projectos de arquitectura.

Anteontem houve mais uma marcha pelo "direito à habitação", promovida pela plataforma Plataforma Artigo 65. Esta associação cívica, que defende que os tribunais deviam obrigar o Estado (e consequentemente o contribuinte) a pagar tecto a todos, é, para quem anda distraído, a vanguarda nacional do comunismo habitacional. Chega ao ponto de defender a administração estatal de propriedade privada "abandonada", ou no limite a nacionalização da mesma. Por outras palavras, pilhagem legal.Uma das personalidades mais verbais foi a bastonária da Ordem dos Arquitectos, entidade que integra a dita plataforma, que segundo o Público terá declarado, à laia de Okupa e Resiste, "Contra a corrupção, o direito à habitação!" / "É um escândalo haver tantas casas fechadas com tanta gente sem casa".Pergunto-me sinceramente se os arquitectos têm noção que ao promoverem a destruição dos direitos de propriedade (que existem não só para proteger os indivíduos de outros indivíduos, como, principalmente, protegê-los do Estado), estão a enfraquecer a sua própria causa. Os "direitos de propriedade intelectual", que tanto reclamam, não passam de uma criação legal artificial — nem são direitos de propriedade per se, porque se referem a informação, e não a coisa fungível. Se a propriedade nada vale, nada vale a informação que contém, incluindo aquela que consta de projectos de arquitectura.

Anteontem houve mais uma marcha pelo "direito à habitação", promovida pela plataforma Plataforma Artigo 65. Esta associação cívica, que defende que os tribunais deviam obrigar o Estado (e consequentemente o contribuinte) a pagar tecto a todos, é, para quem anda distraído, a vanguarda nacional do comunismo habitacional. Chega ao ponto de defender a administração estatal de propriedade privada "abandonada", ou no limite a nacionalização da mesma. Por outras palavras, pilhagem legal.Uma das personalidades mais verbais foi a bastonária da Ordem dos Arquitectos, entidade que integra a dita plataforma, que segundo o Público terá declarado, à laia de Okupa e Resiste, "Contra a corrupção, o direito à habitação!" / "É um escândalo haver tantas casas fechadas com tanta gente sem casa".Pergunto-me sinceramente se os arquitectos têm noção que ao promoverem a destruição dos direitos de propriedade (que existem não só para proteger os indivíduos de outros indivíduos, como, principalmente, protegê-los do Estado), estão a enfraquecer a sua própria causa. Os "direitos de propriedade intelectual", que tanto reclamam, não passam de uma criação legal artificial — nem são direitos de propriedade per se, porque se referem a informação, e não a coisa fungível. Se a propriedade nada vale, nada vale a informação que contém, incluindo aquela que consta de projectos de arquitectura.

Anteontem houve mais uma marcha pelo "direito à habitação", promovida pela plataforma Plataforma Artigo 65. Esta associação cívica, que defende que os tribunais deviam obrigar o Estado (e consequentemente o contribuinte) a pagar tecto a todos, é, para quem anda distraído, a vanguarda nacional do comunismo habitacional. Chega ao ponto de defender a administração estatal de propriedade privada "abandonada", ou no limite a nacionalização da mesma. Por outras palavras, pilhagem legal.Uma das personalidades mais verbais foi a bastonária da Ordem dos Arquitectos, entidade que integra a dita plataforma, que segundo o Público terá declarado, à laia de Okupa e Resiste, "Contra a corrupção, o direito à habitação!" / "É um escândalo haver tantas casas fechadas com tanta gente sem casa".Pergunto-me sinceramente se os arquitectos têm noção que ao promoverem a destruição dos direitos de propriedade (que existem não só para proteger os indivíduos de outros indivíduos, como, principalmente, protegê-los do Estado), estão a enfraquecer a sua própria causa. Os "direitos de propriedade intelectual", que tanto reclamam, não passam de uma criação legal artificial — nem são direitos de propriedade per se, porque se referem a informação, e não a coisa fungível. Se a propriedade nada vale, nada vale a informação que contém, incluindo aquela que consta de projectos de arquitectura.

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