Carlos Castro, Renato Seabra e a “tese da homossexualidade” « O Insurgente

09-07-2011
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Namorada, familiares e amigos rejeitam tese da homossexualidade

Em declarações ao “Diário As Beiras”, o antigo treinador de Renato Seabra na equipa de basquetebol da Associação Académica de Coimbra, Fernando Guimarães, subscreveu a incredulidade da população de Cantanhede face à alegada relação homossexual entre o jovem modelo e Carlos Castro. “Ele não é homossexual. De todo”, garantiu o treinador, recordando que numa das deslocações da sua equipa à Madeira, Renato Seabra se “envolveu com duas raparigas em cinco dias”.

Entrevista a Guilherme de Melo: “O Carlos vivia o amor como um fantasista”

Nunca se conseguiu ligar sentimentalmente a um homossexual, tinha que haver sempre uma componente de masculinidade. Essa ligação de 15 anos acabou porque o rapaz gostava de mulheres e o Carlos não aceitava isso. Quando uma pessoa entrava na sua vida, era só dele. Ele exigia o que dava. Acredito sinceramente – porque ele me disse – que nunca o traiu. O rapaz casou-se e houve um corte radical. O Carlos não queria aceitar e teve uma depressão terrível. Andou meses deprimidíssimo.

O amor mais maduro não resultava para ele. Porquê rapazes tão novos? Porque era ávido por beleza e só se é belo quando se tem 20 ou 30 anos. Eu também fui assim. Vivi 28 anos com o meu companheiro, que morreu em 2004, mas que era um rapaz de 25 quando o conheci. Mas ele foi amadurecendo ao meu lado, foi envelhecendo ao meu lado. Viver um amor com tanta diferença de idade é mais difícil nas relações homossexuais. Os mais novos vivem nesse jogo de entrega e rejeição, entrega e rejeição, e o homossexual mais velho não aceita isso.

Namorada, familiares e amigos rejeitam tese da homossexualidade

Em declarações ao “Diário As Beiras”, o antigo treinador de Renato Seabra na equipa de basquetebol da Associação Académica de Coimbra, Fernando Guimarães, subscreveu a incredulidade da população de Cantanhede face à alegada relação homossexual entre o jovem modelo e Carlos Castro. “Ele não é homossexual. De todo”, garantiu o treinador, recordando que numa das deslocações da sua equipa à Madeira, Renato Seabra se “envolveu com duas raparigas em cinco dias”.

Entrevista a Guilherme de Melo: “O Carlos vivia o amor como um fantasista”

Nunca se conseguiu ligar sentimentalmente a um homossexual, tinha que haver sempre uma componente de masculinidade. Essa ligação de 15 anos acabou porque o rapaz gostava de mulheres e o Carlos não aceitava isso. Quando uma pessoa entrava na sua vida, era só dele. Ele exigia o que dava. Acredito sinceramente – porque ele me disse – que nunca o traiu. O rapaz casou-se e houve um corte radical. O Carlos não queria aceitar e teve uma depressão terrível. Andou meses deprimidíssimo.

O amor mais maduro não resultava para ele. Porquê rapazes tão novos? Porque era ávido por beleza e só se é belo quando se tem 20 ou 30 anos. Eu também fui assim. Vivi 28 anos com o meu companheiro, que morreu em 2004, mas que era um rapaz de 25 quando o conheci. Mas ele foi amadurecendo ao meu lado, foi envelhecendo ao meu lado. Viver um amor com tanta diferença de idade é mais difícil nas relações homossexuais. Os mais novos vivem nesse jogo de entrega e rejeição, entrega e rejeição, e o homossexual mais velho não aceita isso.

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