O BE anunciou esta terça-feira que, além de se «envolver activamente» na greve geral apoiada pela UGT e CGTP, irá iniciar um ciclo de comícios de rua para apelar à indignação e à luta contra as medidas impostas pelo Governo, noticia a Lusa.
«Vamos iniciar um ciclo de comícios de rua onde apelaremos às pessoas, à sua indignação e à luta contra estas medidas que são recessivas», afirmou a dirigente do BE Mariana Aiveca, em conferência de imprensa.
Além destes comícios de rua, que ainda não estão calendarizados, o BE irá convocar reuniões de activistas sindicais em todos os distritos e já tem igualmente um encontro agendado para dia 24 com a direcção da CGTP.
Mariana Aiveca recordou também que para o dia 26 o BE agendou uma interpelação Governo sobre políticas de desemprego.
«Queremos ouvir o desaparecido ministro da Economia e do Emprego que sobre emprego pouco tem dito e sobre as alterações laborais o que temos conhecido são as declarações para a imprensa», referiu.
A dirigente do BE reiterou ainda a decisão do partido em «envolver-se activamente na greve geral que está marcada pelas centrais sindicais» e que ocorre num momento em que se vive «a pior recessão da democracia» portuguesa.
Por isso, acrescentou, o BE apela «a todos os portugueses e portuguesas, desempregados, precários, pensionistas, àqueles e àquelas que vão sofrer na pele a brutal ofensiva do roubo dos salários para que se juntem nesta luta que será com certeza uma grande manifestação de oposição a estas medidas que incidem sempre sobre os mesmos».
Mariana Aiveca enfatizou ainda que a greve geral, cuja data não está marcada, ocorre num momento em que são «assustadoras as perspectivas para o desemprego», antevendo-se uma taxa de 14 por cento, que «é a maior taxa de desemprego dos últimos 30 anos» em Portugal.
«Por isso, é o momento de fazer frente, é o momento da indignação ocorrer com a maior abrangência possível e o BE afirma-se com essa luta», sublinhou.
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O BE anunciou esta terça-feira que, além de se «envolver activamente» na greve geral apoiada pela UGT e CGTP, irá iniciar um ciclo de comícios de rua para apelar à indignação e à luta contra as medidas impostas pelo Governo, noticia a Lusa.
«Vamos iniciar um ciclo de comícios de rua onde apelaremos às pessoas, à sua indignação e à luta contra estas medidas que são recessivas», afirmou a dirigente do BE Mariana Aiveca, em conferência de imprensa.
Além destes comícios de rua, que ainda não estão calendarizados, o BE irá convocar reuniões de activistas sindicais em todos os distritos e já tem igualmente um encontro agendado para dia 24 com a direcção da CGTP.
Mariana Aiveca recordou também que para o dia 26 o BE agendou uma interpelação Governo sobre políticas de desemprego.
«Queremos ouvir o desaparecido ministro da Economia e do Emprego que sobre emprego pouco tem dito e sobre as alterações laborais o que temos conhecido são as declarações para a imprensa», referiu.
A dirigente do BE reiterou ainda a decisão do partido em «envolver-se activamente na greve geral que está marcada pelas centrais sindicais» e que ocorre num momento em que se vive «a pior recessão da democracia» portuguesa.
Por isso, acrescentou, o BE apela «a todos os portugueses e portuguesas, desempregados, precários, pensionistas, àqueles e àquelas que vão sofrer na pele a brutal ofensiva do roubo dos salários para que se juntem nesta luta que será com certeza uma grande manifestação de oposição a estas medidas que incidem sempre sobre os mesmos».
Mariana Aiveca enfatizou ainda que a greve geral, cuja data não está marcada, ocorre num momento em que são «assustadoras as perspectivas para o desemprego», antevendo-se uma taxa de 14 por cento, que «é a maior taxa de desemprego dos últimos 30 anos» em Portugal.
«Por isso, é o momento de fazer frente, é o momento da indignação ocorrer com a maior abrangência possível e o BE afirma-se com essa luta», sublinhou.