Asfixia financeira da Universidade do Algarve resultante dos cortes nas verbas do Orçamento do Estado

06-08-2017
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PARTIDO COMUNISTA PORTUGUÊS

Grupo Parlamentar

Asfixia financeira da Universidade do Algarve resultante dos cortes nas verbas do Orçamento do Estado

O Reitor da Universidade do Algarve denunciou, há dias, um profundo corte nas verbas transferidas do Orçamento de Estado para a Universidade do Algarve, acima da média prevista para as universidades portuguesas, que coloca em causa o normal funcionamento da instituição e o pagamento de salários, obrigando-a a cair numa situação de incumprimento generalizado.

Chegada ao limite a racionalização de despesas de funcionamento, estrangulada nos seus recursos, resta à Universidade do Algarve, como está já a suceder em 2012, despedir funcionários docentes e não docentes, comprometer os objetivos de formação avançada e consequente qualificação do corpo docente e inclusive reduzir a sua atividade da oferta formativa e de serviços.

Perante esta situação o Grupo Parlamentar do PCP, através dos Deputados Paulo Sá, Rita Rato e Miguel Tiago, questionou o Ministério da Educação e Ciência (pergunta em anexo) sobre o estrangulamento financeiro imposto à Universidade do Algarve, perguntando, em particular, se o Governo considera que o Algarve não tem direito a ter uma universidade pública que permita o acesso à educação superior e constitua um importante pólo de desenvolvimento para a região e para o país.

Pergunta ao governo:

444/XII/2ª, “Asfixia financeira da Universidade do Algarve resultante dos cortes nas verbas do Orçamento do Estado”, 31-10-2012.

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Asfixia financeira da Universidade do Algarve resultante dos cortes nas verbas do Orçamento do Estado

O Reitor da Universidade do Algarve denunciou, há dias, um profundo corte nas verbas transferidas do Orçamento de Estado para a Universidade do Algarve, acima da média prevista para as universidades portuguesas, que coloca em causa o normal funcionamento da instituição e o pagamento de salários, obrigando-a a cair numa situação de incumprimento generalizado.

Chegada ao limite a racionalização de despesas de funcionamento, estrangulada nos seus recursos, resta à Universidade do Algarve, como está já a suceder em 2012, despedir funcionários docentes e não docentes, comprometer os objetivos de formação avançada e consequente qualificação do corpo docente e inclusive reduzir a sua atividade da oferta formativa e de serviços.

Perante esta situação o Grupo Parlamentar do PCP, através dos Deputados Paulo Sá, Rita Rato e Miguel Tiago, questionou o Ministério da Educação e Ciência (pergunta em anexo) sobre o estrangulamento financeiro imposto à Universidade do Algarve, perguntando, em particular, se o Governo considera que o Algarve não tem direito a ter uma universidade pública que permita o acesso à educação superior e constitua um importante pólo de desenvolvimento para a região e para o país.

Pergunta ao governo:

444/XII/2ª, “Asfixia financeira da Universidade do Algarve resultante dos cortes nas verbas do Orçamento do Estado”, 31-10-2012.

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