Secretário de Estado: “Atletas olímpicos tiveram os apoios adequados”

21-08-2016
marcar artigo

Numa entrevista de balanço à participação dos atletas portugueses nos Jogos Olímpicos, o secretário de Estado do Desporto, João Paulo Rebelo, diz que o dinheiro que os atletas tiveram para preparar o ciclo olímpico foi o necessário “para país com a dimensão de Portugal”.

Após as muitas criticas dos atletas sobre a falta de apoios durante a participação nas olímpiadas que terminam este domingo, João Paulo Rebelo não promete aumentar o esforço do Estado na preparação do próximo ciclo para os Jogos de Tóquio em 2020. Promete apenas mais rigor: “Temos de analisar o que aconteceu neste ciclo olímpico, perceber onde foi gasto o dinheiro, e como é possível gastar de forma mais eficiente.”

O governante defende ainda a prestação dos atletas no Rio de Janeiro. “Um balanço muito positivo porque há um sentimento de grande orgulho”.

Como avalia a prestação dos atletas portugueses no Rio 2016?

Antes de mais, deixe-me dizer-lhe que o balanço que faço é para já muito positivo. Todavia, amanhã [hoje, domingo] ainda temos provas, temos maratona e ainda o BTT. Portanto, temos ainda atletas em competição. Mas é um balanço muito positivo porque há um sentimento de grande orgulho nestas dezenas de atletas que se apuraram para os jogos. E não é só nos atletas, permita-me também destacar os treinadores, as respectivas federações desportivas, obviamente o Comité Olímpico de Portugal e também da parte do Estado, o próprio Instituto Português de Desporto e Juventude, porque todos se empenharam, no fundo, todos deram o seu melhor.

Até ao momento tivemos uma medalha apenas, a de bronze, e dez diplomas, o que significa que não conseguimos medalhas mas conseguimos classificar-nos entre os oito primeiros. Apesar de tudo, era esperado um pouco mais?

Temos uma medalha de bronze e um orgulho também imenso nessa excepcional atleta que é a Telma Monteiro. Mas quando nós estamos a falar de Jogos Olímpicos julgo que temos de ter todos a noção exacta de que falamos de uma elite, a nata da nata do desporto. A este nível, as diferenças são de milésimos de segundos, são de escassos centímetros. Por isso, é uma alegria imensa quando atingimos uma medalha, mas temos também de destacar os diplomas olímpicos que, no fundo, são um reconhecimento de feitos extraordinários dos nossos atletas. É absolutamente extraordinário quando estamos entre os três melhores do mundo, mas já o é estar entre os 12 melhores ou os oito melhores do mundo.

Numa entrevista de balanço à participação dos atletas portugueses nos Jogos Olímpicos, o secretário de Estado do Desporto, João Paulo Rebelo, diz que o dinheiro que os atletas tiveram para preparar o ciclo olímpico foi o necessário “para país com a dimensão de Portugal”.

Após as muitas criticas dos atletas sobre a falta de apoios durante a participação nas olímpiadas que terminam este domingo, João Paulo Rebelo não promete aumentar o esforço do Estado na preparação do próximo ciclo para os Jogos de Tóquio em 2020. Promete apenas mais rigor: “Temos de analisar o que aconteceu neste ciclo olímpico, perceber onde foi gasto o dinheiro, e como é possível gastar de forma mais eficiente.”

O governante defende ainda a prestação dos atletas no Rio de Janeiro. “Um balanço muito positivo porque há um sentimento de grande orgulho”.

Como avalia a prestação dos atletas portugueses no Rio 2016?

Antes de mais, deixe-me dizer-lhe que o balanço que faço é para já muito positivo. Todavia, amanhã [hoje, domingo] ainda temos provas, temos maratona e ainda o BTT. Portanto, temos ainda atletas em competição. Mas é um balanço muito positivo porque há um sentimento de grande orgulho nestas dezenas de atletas que se apuraram para os jogos. E não é só nos atletas, permita-me também destacar os treinadores, as respectivas federações desportivas, obviamente o Comité Olímpico de Portugal e também da parte do Estado, o próprio Instituto Português de Desporto e Juventude, porque todos se empenharam, no fundo, todos deram o seu melhor.

Até ao momento tivemos uma medalha apenas, a de bronze, e dez diplomas, o que significa que não conseguimos medalhas mas conseguimos classificar-nos entre os oito primeiros. Apesar de tudo, era esperado um pouco mais?

Temos uma medalha de bronze e um orgulho também imenso nessa excepcional atleta que é a Telma Monteiro. Mas quando nós estamos a falar de Jogos Olímpicos julgo que temos de ter todos a noção exacta de que falamos de uma elite, a nata da nata do desporto. A este nível, as diferenças são de milésimos de segundos, são de escassos centímetros. Por isso, é uma alegria imensa quando atingimos uma medalha, mas temos também de destacar os diplomas olímpicos que, no fundo, são um reconhecimento de feitos extraordinários dos nossos atletas. É absolutamente extraordinário quando estamos entre os três melhores do mundo, mas já o é estar entre os 12 melhores ou os oito melhores do mundo.

marcar artigo