A informação é avançada numa nota do gabinete do primeiro-ministro.
Constança Urbano de Sousa apresentou a demissão ao primeiro-ministro.
"A ministra da Administração Interna apresentou-me
formalmente o seu pedido de demissão em termos que não posso recusar",
pode ler-se na nota assinada por António Costa.
A responsável do Governo pela Protecção Civil não resistiu,
assim, a toda a problemática em torno dos incêndios. Ao longo dos
últimos meses, e sobretudo depois de Pedrógão Grande, Constança Urbano
de Sousa tem sido pressionada a abandonar o cargo, mas só agora o fez.
Na carta de demissão, diz a António Costa que "tem de aceitar" o seu pedido, "até para preservar a minha dignidade pessoal".
A queda da ministra acontece depois da declaração do Presidente ao país.
Numa mensagem dirigida ao país,
na noite de terça-feira, o Presidente da República admitiu que os mais
de 100 mortos causados pela vaga de incêndios de Junho (Pedrógão Grande)
e do último fim-de-semana são "um peso enorme” na consciência e no seu
mandato presidencial.
O Presidente salientou ainda que a moção de censura
apresentada pelo CDS implica uma clarificação por parte do Parlamento e
pediu um “novo ciclo”, avisando que é preciso identificar o quê e quem
melhor serve esse ciclo.
Antes, a presidente do CDS-PP, Assunção Cristas, anunciou
antes a apresentação de uma moção de censura ao Governo, pelo que disse
ser a falha em "cumprir a função mais básica do Estado: proteger as pessoas".
In Rádio Renascença
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A informação é avançada numa nota do gabinete do primeiro-ministro.
Constança Urbano de Sousa apresentou a demissão ao primeiro-ministro.
"A ministra da Administração Interna apresentou-me
formalmente o seu pedido de demissão em termos que não posso recusar",
pode ler-se na nota assinada por António Costa.
A responsável do Governo pela Protecção Civil não resistiu,
assim, a toda a problemática em torno dos incêndios. Ao longo dos
últimos meses, e sobretudo depois de Pedrógão Grande, Constança Urbano
de Sousa tem sido pressionada a abandonar o cargo, mas só agora o fez.
Na carta de demissão, diz a António Costa que "tem de aceitar" o seu pedido, "até para preservar a minha dignidade pessoal".
A queda da ministra acontece depois da declaração do Presidente ao país.
Numa mensagem dirigida ao país,
na noite de terça-feira, o Presidente da República admitiu que os mais
de 100 mortos causados pela vaga de incêndios de Junho (Pedrógão Grande)
e do último fim-de-semana são "um peso enorme” na consciência e no seu
mandato presidencial.
O Presidente salientou ainda que a moção de censura
apresentada pelo CDS implica uma clarificação por parte do Parlamento e
pediu um “novo ciclo”, avisando que é preciso identificar o quê e quem
melhor serve esse ciclo.
Antes, a presidente do CDS-PP, Assunção Cristas, anunciou
antes a apresentação de uma moção de censura ao Governo, pelo que disse
ser a falha em "cumprir a função mais básica do Estado: proteger as pessoas".
In Rádio Renascença