A Rita Ferro Rodrigues, entre uma paragem e outra, e Joana Barrios apresentarão a cerimónia de entrega dos Prémios Arco-Íris de 2017, um galardão que celebra pessoas que se distinguiram “na luta contra a discriminação em função de orientação sexual, da identidade de género e características sexuais”. O violador de Telheiras não foi galardoado, apesar de não discriminar “orientação sexual, identidade de género e características sexuais”, o que, para a pessoa em questão, tão subjugada à heteronormatividade, convenhamos, indica que marcha tudo.
As apresentadoras:
Os vencedores são então:
Catarina Marcelino – porque “refugiados ajudam a resolver problemas de natalidade”, apesar do violador de Telheiras, admitamos, também contribuir, apesar de em menor escala.
Graça Fonseca – porque é lésbica, andou a dizer que é lésbica, é socialista e nós precisávamos saber de ambas, para nos sentirmos melhor ou assim, apesar de não constituir qualquer “luta contra a discriminação em função de orientação sexual, da identidade de género e características sexuais” um gajo ter o azar de gostar de mulheres ou, pior, uma mulher gostar de homens.
Rita Porto – por uma peça jornalística que diz que há meninos que sofrem imenso por lhes terem dito que podemos ser o que quisermos ser, de preferência antes dos 16 anos e após terapia hormonal para retardar puberdade, que não é de todo abuso infantil como um estalo no meio da rua seria.
Zélia Figueiredo – porque é uma psiquiatra que, apesar de nos dizerem que “pessoas trans” não têm qualquer patologia, trabalha para o bem estar de “pessoas trans”.
Revista Cristina – porque, convenhamos, a Cristina é bastante jeitosa e – porque não dizer? – sensual numa lógica heteronormativa-heteropatriarcal.
Fundação Calouste Gulbenkian – porque sim, dá sempre jeito.
Museu Nacional de Arte Contemporânea – porque fez uma exposição de arte contemporânea, o que é de mérito para um museu de arte contemporânea.
Ordem dos Psicólogos Portugueses – porque é bom meter todos os profissionais na linha para o progresso da sociedade rumo ao Coisx Novo.
Os vencedores do prémio para Chulo, Azeiteiro do Ano e Melhor Piropador de Freiras, pessoas que também se distinguem “na luta contra a discriminação em função de orientação sexual, da identidade de género e características sexuais” serão anunciados brevemente.
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A Rita Ferro Rodrigues, entre uma paragem e outra, e Joana Barrios apresentarão a cerimónia de entrega dos Prémios Arco-Íris de 2017, um galardão que celebra pessoas que se distinguiram “na luta contra a discriminação em função de orientação sexual, da identidade de género e características sexuais”. O violador de Telheiras não foi galardoado, apesar de não discriminar “orientação sexual, identidade de género e características sexuais”, o que, para a pessoa em questão, tão subjugada à heteronormatividade, convenhamos, indica que marcha tudo.
As apresentadoras:
Os vencedores são então:
Catarina Marcelino – porque “refugiados ajudam a resolver problemas de natalidade”, apesar do violador de Telheiras, admitamos, também contribuir, apesar de em menor escala.
Graça Fonseca – porque é lésbica, andou a dizer que é lésbica, é socialista e nós precisávamos saber de ambas, para nos sentirmos melhor ou assim, apesar de não constituir qualquer “luta contra a discriminação em função de orientação sexual, da identidade de género e características sexuais” um gajo ter o azar de gostar de mulheres ou, pior, uma mulher gostar de homens.
Rita Porto – por uma peça jornalística que diz que há meninos que sofrem imenso por lhes terem dito que podemos ser o que quisermos ser, de preferência antes dos 16 anos e após terapia hormonal para retardar puberdade, que não é de todo abuso infantil como um estalo no meio da rua seria.
Zélia Figueiredo – porque é uma psiquiatra que, apesar de nos dizerem que “pessoas trans” não têm qualquer patologia, trabalha para o bem estar de “pessoas trans”.
Revista Cristina – porque, convenhamos, a Cristina é bastante jeitosa e – porque não dizer? – sensual numa lógica heteronormativa-heteropatriarcal.
Fundação Calouste Gulbenkian – porque sim, dá sempre jeito.
Museu Nacional de Arte Contemporânea – porque fez uma exposição de arte contemporânea, o que é de mérito para um museu de arte contemporânea.
Ordem dos Psicólogos Portugueses – porque é bom meter todos os profissionais na linha para o progresso da sociedade rumo ao Coisx Novo.
Os vencedores do prémio para Chulo, Azeiteiro do Ano e Melhor Piropador de Freiras, pessoas que também se distinguem “na luta contra a discriminação em função de orientação sexual, da identidade de género e características sexuais” serão anunciados brevemente.